Stanford aceita adolescente muçulmano por redação na qual apenas repetiu 100 vezes "Black Lives Matter"

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Não, isso não é “fake news”. Está no site do Independent – elogiou o ocorrido – e foi reproduzido por Rodrigo Constantino.

Em redação para entrar na Stanford University, o jovem muçulmano Ziad Admed se deparou com a pergunta: “O que importa para você, e por quê?”.

Ele escreveu #BlackLivesMatter cem vezes, para destacar o “abuso de autoridade” da força policial contra as minorias negras. O garoto foi aceito pela universidade.

A entidade enviou uma carta dizendo que “todos na universidade tinham se inspirado pela paixão do jovem, sua determinação, suas conquistas e seu coração”. Na carta estava escrito: “You are, quite simply, a fantastic match with Stanford. You will bring something original and extraordinary to our campus – a place where you can learn, grow, and thrive.”

Na verdade, nem mesmo o garoto esperava entrar, mas a brincadeira foi levada a sério. O adolescente inclusive já tirou foto ao lado de Hillary Clinton durante um evento religioso do Ramadã.

O lado bom é que provocações deste tipo podem animar o outro lado, que precisam do poder da indignação para reagirem. Continuem provocando, esquerdistas, continuem…

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5 COMMENTS

  1. Começo o comentário, remetendo ao link: https://tinyurl.com/mcvrkkb. No mesmo, o professor de uma Universidade americana arrasa com o ensino em muitas, se não em todas, essas Universidades americanas.

    Lembro-me, também, de um artigo, no jornal O Globo do Rio de Janeiro, em que seu autor fazia uma referência a Muammar al-Gaddafi, chefe de Estado da Líbia (01/09/1969 – 23/08/2011).

    Escreveu, então, que o mesmo havia pago uma fortuna para que sua filha fizesse uma pós-graduação numa famosa Universidade americana (mais um indicativo do padrão mercantilista dessas Universidades).

    Tudo isso me fez lembrar de uma charge, no Jornal do Brasil, também do Rio de Janeiro, lá pela época da “corrida espacial”, envolvendo EEUU e União Soviética, ao final dos anos 1950 e início dos anos 1960:

    Uma nave soviética e uma nave americana se encontravam no espaço e os astronautas conversaram entre si, AMBOS falando em ALEMÃO. E não havia nenhum exagero nisso, já que, naquela época, os cientistas que produziam conhecimentos científicos em ambos os países eram mesmo alemães (muitos de origem judaica).

    Com tudo isso, quero mesmo é dizer que as Universidades em questão se beneficiam, na realidade, é do “marketing”, que termina impressionando principalmente as pessoas de países onde predomina, entre essas pessoas, o tal “complexo de vira-lata”.

    O que eles dispõem mais, de fato, é de recursos financeiros que são fundamentais para o desenvolvimento de certas TECNOLOGIAS. Em ciências ditas, por muitos, humanas e/ou sociais pouco ou nada têm a acrescentar.

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