Declaração de Boris Casoy deixa nua boa parte da mídia brasileira que escondeu o totalitarismo do PT

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Já bombou pela Internet a declaração do jornalista Boris Casoy a respeito da mania censória do governo petista.

Ele afirmou, em entrevista concedida ao programa de Mariana Godoy, que o PT lida com a imprensa como costumam fazer os regimes totalitários. “É só comparável à [época] do regime militar. Com telefonemas, ameaças, corte de publicidade. Cortamos a publicidade porque o senhor Boris Casoy está aí”, disse o jornalista.

Tudo que Casoy falou se resume ao óbvio ululante. Quem quer que tenha estudado os sistemas bolivarianos sabe que a prioridade número um dessas criaturas abjetas é censurar a mídia. Se o fizerem, conseguem esconder (por um tempo) os escândalos de corrupção e os indicadores econômicos ruins.

Mas há algo ainda mais grave.

Denunciar apenas a corrupção e a destruição da economia foi pouco. Foi por isso que demoramos tanto tempo para concluir o impeachment. Em respeito à todo o esforço contra a tirania petista, precisamos também demonstrar que há algo ainda mais grave: o projeto totalitário de poder.

Por que a declaração de Casoy é encarada com surpresa? Por que boa parte dos jornalistas demorou tanto tempo para criticar um governo cujo objetivo mais evidente era censurar a mídia? O fato é que muitos jornalistas foram cúmplices da censura do PT por muitos e muitos anos.

Sendo ainda mais claro: o que podemos dizer de jornalistas que se recusam a denunciar a censura? Simples: vocês são uma vergonha.

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