Maria do Rosário diz delações a deixaram “sem chão”. A questão é se ficou "sem dinheiro" ou não.

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De todos os socialistas que apareceram nas delações da Odebrecht, poucos reagiram de modo tão patético quanto Maria do Rosário. A ultratotalitária – que pede até a punição de quem diz que ela “não merece ser estuprada” – novamente partiu para o vitimismo. Pena que neste contexto tal tipo de ladainha não funciona do mesmo modo que serviu para que o STF aceitasse um processo bizarro contra Bolsonaro.

Ela disse: “Na última terça-feira confesso que fiquei indignada. Achei que ao longo de todos esses anos eu já tinha preparo para lidar com qualquer tipo de situação. Esse sentimento já havia sido abalado recentemente quando passaram a atacar minha familia. Mas ter meu nome citado irresponsavelmente no atual contexto, com levantamento de suspeita de que numa campanha não houve registro de recursos doados, me deixou sem chão. Nunca pisei o terreno da mentira e do uso de recursos eleitorais sem registro”.

O que isso explica? Basicamente nada. É sempre a lamúria tradicional de se dizer “indignada” para não ter que explicar o inexplicável.

O fato é que Maria do Rosário é uma legítima socialista. Não se sabe ainda se as declarações contidas nas delações serão provadas, mas as chances são muito boas de que isso aconteça, até porque dificilmente um delator seria burro de mentir durante delação premiada para depois voltar para a cadeia com pena ainda maior. Ademais todos sabemos, que socialistas costumam ser especialistas em se aproveitar das verbas resultantes do saqueamento estatal. É fácil acreditar que ela tenha ficado “sem chão”, mas não sem dinheiro.

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