O julgamento barbante da chapa no TSE foi uma farsa… desde o início

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Logo no dia 8 de junho, escrevi:

Me perguntam o que estou achando do julgamento do TSE.

Nada. Desde ontem estou trabalhando em duas propostas técnicas no horário das 9 as 18 e ainda tenho que fazer meus posts sobre outros assuntos fora deste horário.

Não vi e não verei nada deste julgamento. Pra mim tudo aquilo é circo.

O que importa é o resultado no fim e ler as declarações mais divertidas.

Ontem, durante o julgamento, escrevi o seguinte:

Em relação ao julgamento? Vença quem vencer, a vitória será de quem jogar melhor. Sempre foi marmelada desde o início. Discursos moralistas estão resvalando entre o engano e o auto engano.

Aquilo que começa como picaretagem, vai terminar como picaretagem.

O fato é que na noite desta sexta (10), o circo chegou ao fim quando Gilmar Mendes deu o voto e chapa foi absolvida por 4×3.

Sejamos francos: desde o começo essa ação era apenas um truque (plano B ) para tentar derrubar Dilma. O mais legítimo seria o processo legal de impeachment, como ocorreu.

Um dos acertos de Gilmar foi jogar essa verdade durante o seu voto. Ele lembrou que na época em que se abriu o julgamento da chapa no TSE, disse algo como: “tentem o impeachment, oras”.

Qualquer resultado do julgamento do TSE seria apenas isso: jogo bem jogado.

Uma dica: se é para derrubar o presidente, melhor seguir os trâmites de um processo legal de impeachment, que foi utilizado duas vezes de modo legítimo, tanto para derrubar Fernando Collor como para derrubar Dilma Rousseff.

O resto é casuísmo.

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