Ultraesquerdista, a Carta, de Mino, nunca se desapegou do capital

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Emílio contou que a Odebrecht pagou mais de 8 milhões de reais à Carta Capital. As requisições teriam vindo de Lula, pois a Carta Capital era considerada uma “revista amiga”.

Eis que Emílio contou que outras empresas mandaram muita grana para a Carta Capital. São elas: “OAS, Andrade Gutierrez, Camargo Correa, o próprio BTG”. Emílio ainda respondeu sobre o valor pago por cada: “Dois, três milhões… de pelo menos uns três, quatro ou cinco doadores”.

A Carta Capital de fato é a perfeita revista socialista que, como tal, ama o capital mais do que tudo. Mas o capital mais amado dos socialistas vem de megaempresários e/ou do estado. É por isso que socialistas são adeptos do capitalismo de compadrio e capitalismo de estado, diferentemente da direita, que prefere outro tipo de capitalismo: o de livre mercado.

A Carta capital é isso aí: coerente com seu nome e com a essência real do socialismo.

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