Harvard divulga guia dizendo que o gênero pode mudar diariamente

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Conforme o The Blaze, o Escritório da Universidade Harvard para Estudos do Modo de Vida LGBT delinou um guia de “diversidade” para estudantes. A narrativa diz que o objetivo é “lutar contra a transfobia e descrever fluidez de gênero de forma que ele possa ser alterado ‘diariamente’”.

O guia foi distribuído pelo campus e define que a fluidez de gênero é um fato comprovado. O documento alega que as diferenças entre sexo biológico e identidade de gênero.

“O sexo atribuído no nascimento e a identidade de gênero não são necessariamente os mesmos”. Ademais, “sexo atribuído no nascimento, identidade de gênero, orientação sexual, tratamento hormonal, anatomia física e/ou como cada um destes itens é percebido na vida diária não estão necessariamente relacionados”.

“Há mais do que dois sexos”, diz o guia. “Muitos fatores influenciam o sexo ‘biológico’, incluindo genitais internos e externos, hormônios e cromossomos”. “Mesmo dentro de categorias como ‘macho’ e ‘fêmea’, cada expressão sexual humana é de certa maneira uma variação biológica da outra”.

Diante disso, o documento explica que o gênero é fluido e pode ser alterado à vontade, talvez até diariamente: “Para muitas pessoas – cis e trans – expressão de gênero, identidade e auto-entendimento podem mudar dia após dia”.

Para evitar questionamentos à teoria acima (sem fundamento científico), eles dizem que qualquer um que expresse informações contrárias ao documento são transfóbicos e promovem violência: “Desinformação transfóbica é uma forma de violência sistêmica”, diz o documento.

“Binarismo fixo e essencialismo biológico, manifestado em linguagens tradicionais de gênero, ignorando os gêneros de alguém, e o policiamento de corpos ‘trans’, são coisas que ameaçam as vidas das pessoas trans”, diz o documento.

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11 COMMENTS

  1. Já escrevi, aqui, sobre o filósofo da linguagem Gilbert Ryle (1970 – 1976) criador do conceito de “erro categorial” ou “erro de categoria”; qual seja: atribuir a Objetos de uma determinada categoria CARACTERÍSTICAS EXCLUSIVAS de Objetos de OUTRA categoria.

    GÊNERO é de categoria GRAMATICAL; enquanto SEXO é de categoria BIOLÓGICA.

    Diante disso, atribuir-se a SEXO (somente feminino e masculino) CARACTERÍSTICAS EXCLUSIVAS de Objetos de categoria GRAMATICAL, como o GÊNERO NEUTRO (equivalente a ‘nem masculino’ ‘nem feminino’) é VIGARICE / IMPOSTURA intelectual, moral ou de qualquer outro tipo.

  2. Não importa a quantos milhares de anos atrás, tenha surgido, num primeiro grupo humano, o primeiro “CURANDEIRO” da história da humanidade, muitíssimo antes de Hipócrates (“pai” da medicina), portanto.

    Com esse curandeiro, já se revelavam, tanto o CONCEITO de “cura” como o do que deveria ser curado: uma “patologia”.

    E um dos principais significados de patologia é e sempre foi aquele que a CARACTERIZA como: todo processo, estado ou condição que ATENTE contra a SOBREVIVÊNCIA (ou a EXISTÊNCIA) de um órgão, de um organismo ou de uma ESPÉCIE.

    O câncer no órgão fígado, por exemplo, leva ao fim da EXISTÊNCIA não só desse órgão como também do organismo. Como tal, é e sempre teria sido entendido, desde o primeiro ,CURANDEIRO, como uma PATOLOGIA.

    O homossexualismo, assim como a infertilidade, em todos os indivíduos de uma espécie levariam ao fim da EXISTÊNCIA dessa mesma ESPÉCIE. Portanto…

    Deve-se, como nos tempos bíblicos era feito com os portadores do mal de Hansen (lepra), expulsar das comunidades os portadores de uma patologia qualquer? Claro que não se deve nem ao menos DISCRIMINÁ-LOS! Pelo contrário, até…

    Agora: fazer-se APOLOGIA da opção pelo desenvolvimento, em si próprio, de uma patologia como o câncer, por exemplo, é exatamente igual a fazer-se APOLOGIA da opção por uma outra patologia qualquer,

    Quando, a partir de 1990 ou 1993, a OMS deixou de considerar o homossexualismo como patologia, ela o fez apenas por questões político-ideológicas ou mesmo tão só humanitárias (com o que, aliás, concordo). Mas, daí, partir-se para fazer APOLOGIA !? ABSOLUTAMENTE NÃO !!!!!!!!!

    • “Deve-se, como nos tempos bíblicos era feito com os portadores do mal de Hansen (lepra), expulsar das comunidades os portadores de uma patologia qualquer? Claro que não se deve nem ao menos DISCRIMINÁ-LOS! Pelo contrário, até…”

      Os homossexuais transmitem muito mais dst devido a excessiva promiscuidade deles (até hoje ainda tentam conscientiza-los a serem menos autodestrutivos). Repreender os nossos antepassados por praticar ostracismo é uma falta de respeito com os mesmos.

  3. Tem muito pervertido que vai mudar o gênero para espiar o banheiro das mulheres(e quem reclamar será processada por discriminação). O engraçado é quando eu falo isso para as mulheres elas só faltam me crucificar. Certos malefícios só vão ser realmente refletidos quando forem sentidos na pele, muitas vezes graças as campanhas de desinformação.

    • Vejamos: até antes dessa história de “gênero fluído”, ainda havia argumentos contra o que você disse, já que a pessoa tinha que “sair do armário do gênero”, o que implicaria em algumas desvantagens.

      MAAAS… com “gênero fluído”, fica exatamente onde você disse: você se declara gênero fluído, aí você só é “mulher” no momento de entrar no banheiro feminino. Assim que sair vira homem de novo.

  4. Talvez eles tenham razão e anos de estudos, todo conhecimento científico alcançado pela humanidade até hoje são mentiras e precisam ser desconstruídas por essas ideologias sem qualquer fundamento pragmático. Graças ao pessoal de esquerda agora eu sei que os fatos e o método empírico são coisas ultrapassadas, transfóbicas, machistas e uma forma de violência sistêmica.

  5. Lembro-me que a fisiognomia já foi uma ciência séria. A mediunidade já foi tratada como fato científico inquestionável.A eugenia teve a defesa de diversos cientistas sérios.

    E identidade de gênero é só mais uma dessas pseudo-ciências cujo destino inevitável será a lata de lixo da história. O problema é que, até lá, muito estrago será feito.

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