No dia 28/4 o PT celebrou a morte de seu ídolo tático: Benito Mussolini

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Caiu de vez o mito de que os petistas “não gostam de fascistas”. Na verdade, sempre disseram isso para praticar o máximo de fascismo que pudessem conseguir.

Tal como Michael Mann expõe em sua obra “Fascistas”, há cinco elementos básicos do fascismo, que são: nacionalismo, estatismo, subversão de valores, expurgo de inimigos e paramilitarismo. Quase tudo disso se viu nas ações terroristas das milícias pró-PT neste 28/4. Eis a grande ironia: Benito Mussolini morreu em 28 de abril de 1945, aos 61 anos em Mezzegra, Itália.

Decerto algumas (poucas) pessoas de direita aceitam 1 ou 2 dos principais dogmas do fascismo. Mas jamais essas pessoas chegarão a uma aderência fervorosa ao fascismo no nível em que fazem os petistas.

Georges Sorel escreveu em 1908 sua obra “Reflexões sobre a Violência”, que sistematizava o uso da violência e do paramilitarismo para sindicatos. Foi a obra central do pensamento de Benito Mussolini. Do marxismo sindicalista surgiu o fascismo. De Mussolini surgiram também as principais táticas de violência paramilitar para impor o poder. Os petistas amam a obra de Karl Marx, mas idolatram da mesma maneira as táticas de Benito Mussolini.

Não poderia deixar de ser diferente: o PT adorou descaradamente o fascismo no dia do aniversário da morte de Benito Mussolini. Se eles queriam esconder seu fascismo, fica difícil com esse simbolismo.

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