Erdogan pede que mulheres islâmicas na Europa tenham cinco filhos para lutar contra “injustiças”

2
69

O ditador turco Recep Tayyip Erdogan pediu que as mulheres muçulmanas vivendo na Europa tenham pelo menos cinco filhos, conforme matéria do Telegraph. Segundo Erdogan, isso seria a melhor resposta aos EUA para coisas como “vulgarismo, antagonismo e injustiça”.

O ditador pede que que seus “irmãos e irmãs na Europa” comecem um “baby boom” por esses países. “Não tenham apenas três, mas cinco filhos”, disse, em um comício.

Ele disse que os muçulmanos devem dominar os territórios onde vivem: “Abram mais negócios, coloque seus filhos em escolas melhores, faça suas famílias vivem em bairros melhores, dirija os melhores carros, viva nas casas mais bonitas”.

A argumentação de Erdogan se sustenta no fato de que a Alemanha, por exemplo, possui 30% das mulheres nativas sem filhos. Basta juntar dois mais dois para notar que um “baby boom” de mulheres muçulmanas colaboraria para a islamização do país em curto espaço de tempo.

As informações são do Geller Report.

Anúncios

2 COMMENTS

  1. Cabe aos cristãos intensificar a evangelização. Assim, ainda que o número de filhos dos ‘refugiados’ aumente no Ocidente, isso apenas repercutirá em maior número de cristãos. Erram os muçulmanos ao pensar que apenas o número de filhos em suas famílias repercutirá em predomínio do islã em países que sequer seguem à risca os ensinamentos cristãos. Não sendo por força de leis injustas, as quais obriguem as pessoas a se curvarem à sharia, não vejo como mulheres ocidentais aceitariam se submeter ao uso, por exemplo, da burca, tampouco a quaisquer outras formas nada sutis de machismo. Os metacapitalistas – a exemplo de george soros – preveem que, se a sharia conseguir desestabilizar o Ocidente pelo ataque aos valores judaico-cristãos, isso os ajudará a impor o globalismo. Mas os globalistas também devem prever alguma forma de conter os disseminadores da sharia; pois nem os comunistas ateus nem os demais ateus detentores de poder político/financeiro se curvariam à sharia. A estratégia, portanto, deve consistir em abalar/destruir o Cristianismo (o que jamais conseguirão) para implantar formas de poder miliciano sob a fachada de ‘democracia’; e assim, por fim, livrar-se de todos os ‘religiosos’, o que inclui muçulmanos. Ademais, os filhos de ‘refugiados’, em contato com o Ocidente, tenderão, na sua grande maioria, ou a transformarem as crenças familiares em algo mais ameno (abandonando a sharia), ou abandarão totalmente aquelas crenças. A sharia não se mantém apenas por persuasão racional que possa converter as pessoas a um ideal de santidade e honra. Sem uma estrutura política que obrigue as pessoas a viverem segundo aqueles ditames, os filhos dos ‘refugiados’ não fariam mais que aumentar a população de um país. As mudanças mais significativas se dariam apenas na genética, alterando as características físicas dos povos por meio da miscigenação. erdogan está dando um tiro no próprio pé. Os focos de terrorismo contra o Ocidente, ainda que não fossem provocados por extremistas islâmicos, seriam sempre contabilizados contra os islâmicos – haja vista que extremistas do isis fariam questão de assumir a autoria de quaisquer atentados com a finalidade de impor o medo/terror. Infiltrar milhões de pessoas em países funcionou noutras épocas; penso que não resultará em algo mais que o repúdio a formas de pensamento extremistas. Lembrando que há uma diferença crucial entre radicalismo e extremismo. Cristãos radicais, por exemplo, não matam inocentes para impor sua fé. As Cruzadas não foram estabelecidas com outro propósito senão o de proteger os cristãos aviltados por ladrões e assassinos que profanavam a Terra Santa. Por fim, Deus demonstrará Sua Glória. Os homens terão de se curvar…
    Cristian Rogers S. D.

Deixe uma resposta