Dilma desafiou e atacou delatores, mas não esperava que eles tivessem a prova do e-mail

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A história mais uma vez se repete: um ex-presidente do PT é denunciado por delatores. Em seguida, começam os incessantes ataques aos depoentes, que são chamados de mentirosos. Ataques pessoais de todos os tipos são realizados, sem qualquer tipo de pudor ou limite.

Com isso, os delatores ficam numa situação difícil. Motivados pelos ataques vindos do PT e até como forma de defesa, se tornam mais motivados para soltarem as provas.

A delatora Mônica Moura, esposa de João Santana, está contando tudo sobre Dilma, em especial sobre uma comunicação secreta via e-mail para alertar o casal do avanços da Lava Jato.

O truque funcionava assim: Dilma e Mônica teriam usado uma conta no @gmail.com. Em vez de enviar as mensagens, Dilma escreveria e salvaria o conteúdo como “rascunho”. Após a leitura do email por parte de Mônica, o email seria deletado. Tudo para evitar rastros.

Fraude gravíssima. Obviamente, Dilma e suas tropas negaram tudo e partiram pra cima do casal de marqueteiros.

Foi aí que Mônica entregou ao MPF um registro com as imagens do e-mail. Tudo registradinho em ata notarial, como se vê aqui, em ata lavrada em 13 de julho de 2016 no 1º Tabelionato Giovannetti em Curitiba.

A prova é devastadora e complica de vez a situação de Dilma. Não é diferente do que está acontecendo com Lula, soterrado por provas contra ele aparecendo de todos os lugares.

De minha parte só posso sugerir, como já fiz mais de uma vez: continuem assim, petistas, atacando os delatores. Quanto mais motivados eles estiverem para entregar provas, melhor.

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