Adolescente estuprada em Rotherdam é desprezada pela polícia após dar detalhes dos perpetradores

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Há 14 anos atrás, uma adolescente de apenas 13 anos sobreviveu a um estupro coletivo em Rotherdam. Mas descobriu que a polícia não ia fazer nada por ela depois que revelou a origem dos estupradores.

Emma disse a Katie Hopkins na Radio LBC no domingo: “Na verdade, eu prestei queixa sobre meu abuso 14 anos atrás. Eu fui à polícia, junto com meus pais. Eu dei entrevistas em vídeo para a polícia, e estava disposta a trabalhar com eles”.

“Mas assim que eu disse os nomes dos estupradores, falaram comigo de modo que eu me sentisse racista e responsável pelo que tinha acontecido”.

“Me falaram especificamente para não fazer comentários sobre a etnia dos estupradores”, disse Emma. “Eu sabia que não estava sendo racista, mas senti que isso estava sendo utilizado como forma de me silenciar”.

Ela já havia sido abusada desde os 12 anos, mas ainda era virgem quando foi estuprada aos 13. Certa vez, ela foi estuprada por vários islâmicos em sequência. A gangue de muçulmanos começou a ameaça-la e disseram que estuprariam sua mãe se ela contasse o que aconteceu aos pais.

“Essa foi minha vida”, ela disse.

Os estupros prosseguiram mesmo após ela ter ido à polícia, pois os oficiais lhe disseram que “era sua palavra contra a deles”. A polícia também “perdeu” as roupas que ela usava quando foi estuprada, acabando com as provas para o processo judicial contra os bandidos.

Abandonada pelas autoridades, Emma seguiu sob ameaça de gangues de estupradores islâmicos. Ela registrou queixa por estupro de novo aos 14 anos, mas a política disse que não havia evidência suficiente. Em seguida, se mudou do país.

“Ninguém queria parar com isso, e essa era a única maneira de escapar de tudo isso”, disse Emma.

A repórter contou a Emma que outros pais de vítimas de gangues de estupradores islâmicos tiram as filhas da região ou até do país.

As informações são do Breitbart London.

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4 COMMENTS

  1. Nesse ponto, podemos imaginar o que vai acontecer no Brasil.

    Se isso acontece com uma “mina” da “comunidade”, se ela procurar a polícia vai ser igualzinho. Mas, se falar com o “dono da boca”, os estupradores vão aparecer mortos (se aparecerem).

    Nem preciso dizer que vai servir para dar moral pra bandido e aumentar a cultura do “é legal ser mano”.

    De qualquer forma, estamos ferrados.

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