Nova Miss USA deixou a esquerda irada com suas respostas sobre feminismo e estatização da saúde

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Neste domingo (14), Kára McCullough foi coroada como a nova Miss USA 2017 e entrou para a história como mais uma a desafiar o fascismo cultural, que impõe “códigos de fala” e outras regras para oprimir divergentes.

Tendo sido descrita pelos jurados “uma das competidoras mais inteligentes da memória recente”, ela é uma cientista nuclear de 25 anos, nascida em Veneza, Itália. Cresceu em Virginia Beach e se formou na Universidade Estadual da Carolina do Sul em química. Hoje trabalha para a Comissão Reguladora Nuclear dos EUA.

Antes de ganhar a coroa, Kara teve que responder algumas perguntas sobre política. Sobre o sistema de saúde pública de Obama, foi questionada se isso seria um direito ou privilégio dos cidadãos. Ela respondeu que “certamente era um privilégio”.

Em seguida, foi questionada se era uma feminista: “Eu realmente não quero me considerar – tente não me considerar como alguém intransigente, você sabe, ‘Oh, eu realmente não me importo com os homens’. Mas uma coisa que eu vou dizer, porém, é: Mulheres, somos tão iguais quanto os homens quando se trata de oportunidade no mercado de trabalho”.

Lacrou. Mas ela já deve ficar alerta para a perseguição política que os fascistas culturais farão contra ela. Provavelmente vão até tentar demiti-la do cargo. Não se pode deixar que isso aconteça. Em um mundo livre, as pessoas devem ter o direito de exprimir suas opiniões.

As informações são do Daily Caller.

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1 COMMENT

  1. Isso é um assunto dos americanos, não nosso. O dia que uma candidata a Miss Brasil falar contra o politicamente correto,aí iremos nos unir para ajudar essa candidata.

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