Se a vida do Mantega “virou um inferno”, o que se pode dizer da vida dos venezuelanos?

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Em entrevista à Folha de São Paulo, Guido Mantega – ex-ministro da economia de Dilma – afirmou que sua vida “virou um inferno”.

“Eu me sinto terrível porque minha reputação foi colocada por água abaixo. A repercussão foi péssima, péssima. Passei a ter problemas em restaurantes, no hospital. Não posso ter uma vida normal. É uma humilhação ser chamado de ladrão”, disse.

A pergunta é: ele gostaria de ser chamado do quê?

Mantega segue: “Eu poderia ter começado a dar palestras, consultorias. Criei um nome lá fora, fiz o Brasil ser respeitado. E acabei jogado nessa vala. A essa altura dos acontecimentos, depois de trabalhar tantos anos para o governo, depois de ter tantos resultados, eu não esperava. Realmente eu não esperava”.

De uma coisa podemos ter certeza: os venezuelanos – cuja ditadura foi financiada pelos escândalos de corrupção do PT em um projeto político do qual Mantega fez parte – estão em uma situação muito mais infernal que a de Mantega.

Não adianta mais vir fazer pose de santinho e nem tentar nos impressionar com draminhas. Mantega não merece perdão por ter sido uma das peças chave do projeto totalitário de poder do PT.

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