Dilma esperneia por "diretas" no Brasil mas não topa antecipar eleições na Venezuela do ditador Maduro. Por que será?

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Milicianos pró-PT que fizeram quebra-quebra nesta terça (24) em Brasília deram apoio ao ditador venezuelano Nicolas Maduro.

Detalhe: Nicolas Maduro acabou com a democracia em seu país e deu golpe de Estado. Por mais que os petistas não gostem de Michel Temer, ele era vice de Dilma e assumiu depois de um processo legal de impeachment.

Veja:

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Esta é mais uma situação a se encaixar naquela categoria: “Por que eu não estou surpreso?”.

Quem quer que tenha trafegado pela blogosfera ultraesquerdista nos últimos meses verá essa gente petista dizer que “antecipação das eleições na Venezuela é um golpe”. Verbalizam tal narrativa por vários motivos (como o de manter o poder do ditador Maduro), mas também justificar o barbarismo contra o sofrido povo venezuelano.

Lembre-se que as delações de João Santana e Mônica Moura apontaram que a propina cobrada pelo PT da Ocebrecht também abasteceu a campanha de Hugo Chaves, na Venezuela. Lula e Dilma simplesmente financiaram a implementação de uma ditadura que destruiu a sociedade venezuelana. Hoje esta ditadura já contabiliza quase 100 mortos em manifestações.

O povo venezuelano pede eleições antecipadas, o que está previsto na Constituição do país (que já não é respeitada mesmo). Já as eleições diretas no Brasil não estão previstas na Constituição nesta altura do campeonato, a não ser em caso de vacância nos dois primeiros anos do mandato, o que não se aplica aqui.

Maduro chama o povo venezuelano de “golpista” por exigir o que está escrito na Constituição. Ao mesmo passo, os petistas de Dilma pedem eleições diretas por aqui, visando tentar salvar Lula da cadeia em 2018.

Com tantas instâncias de duplo padrão assim, não é surpresa alguma que os bolivarianos tenham criado o maior escândalo de corrupção da história do mundo.

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