A Ariana Grande que disse que "islamismo é amor" aumentou segurança após atentado em Manchester

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A semana passada ficou marcada pelo massacre cometido por terroristas islâmicos num show de Ariana Grande em Manchester. Em seguida, a cantora aumentou a segurança em torno de sua família, que vive na Flórida.

Conforme o site TMZ, a mãe de Ariana tem o costume de contratar segurança extra quando a cantora está visitando, mas dessa vez reforçou o sistema para não correr nenhum risco. Dois carros de polícia e alguns de segurança estão estacionados em frente à casa. A patrulha também faz mais rondas que o normal.

Novamente, não temos nada de novo em se tratando da esquerda viciada na prática do “virtue signaling”.

Em essência, “virtue signalling” significa a manifestação de valores morais por parte de um indivíduo basicamente com a intenção de aumentar sua reputação perante um grupo social. Porém, essas pessoas em geral não manifestam a virtude declarada. Basicamente, é uma encenação.

Se Ariana Grande realmente acreditasse que “islamismo é amor”, como ela havia dito, não iria aumentar seu aparato de segurança, com medo de novos atentados.

Uma pena que suas vítimas não tiveram a mesma proteção.

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20 COMMENTS

  1. A música,o cinema,as artes,a mídia,(…),são fantoches do sistema globalista (leia-se insana e satânica Nova Ordem Mundial).PS-O islã é o instrumento usado para destruição dos valores judaicos-cristãos.O suicídio da Europa,pró-islã,é um fato consumado,por exemplo.

      • Mas tem muitos judeus, inclusive judeus ortodoxos, que preferem se aliar a muçulmanos em detrimento a população de maioria cristã/cristã secular. Valores judaico-muçulmano faz mais sentido que judaico-cristão, conversa mole de sionista que adora países sem fronteiras contanto que Israel tenha o seu personal apartheid. Veja esse vídeo, explica melhor do que minhas palavras: https://www.youtube.com/watch?v=53A5AJoRxF0

        Ou a Europa se torna “multicultural” (multicultural no sentido de importar bárbaros jihadistas, pois a Europa sempre foi multicultural no sentido puro da palavra) ou ela irá morrer. Não seria o contrario? estamos em 1984.

      • Ué?! grupos sionistas ajudaram a criar o terrorismo anti-cristão.

        Você sabia que o ISIS é uma criação do Mossad?

        Você sabia que o Estado de Israel financia e mantem grupos terroristas muçulmanos?

        Você sabia que a grande maioria dos religiosos e políticos sionistas apoiam a invasão muçulmana na Europa e em todo o Ocidente?

        Qualquer um com algum conhecimento da história do país Turquia, que aos olhos de muitos é uma nação islâmica, sabe que o Genocídio Armênio ocorreu sob os “Jovens Turcos” e o Genocídio Grego sob Ata Turk, dois governos seculares da atual Turquia. O historiador Paul Johnson, por exemplo, sabe disso. Duvido que você sabia da ligação dos “Jovens Turcos” com a Maçonaria e com os judeus (https://en.wikipedia.org/wiki/Emmanuel_Carasso). Será que você sequer já ouviu falar dos Dönme, os cripto-judeus turcos suspeitos de terem promovido o Genocídio Armênio e o fato de comporem parte significativa da elite turca hoje em dia?

        http://www.tabletmag.com/jewish-arts-and-culture/books/23393/the-other-secret-jews

        http://armenianweekly.com/2009/12/07/a-recent-anti-semitic-theme-the-sabbatean-role-in-the-armenian-genocide/

        Então a tal cultura judaica-cristã não passa de uma falácia.

      • Interessante.

        Assim como existem NÃO judeus globalistas, existem judeus globalistas. Mas quando os NÃO judeus globalistas mostram que são globalistas, muitos atacam aqueles NÃO judeus globalistas mostrando até mesmo a religião desses NÃO judeus globalistas.

        Agora se judeus globalistas mostram que são globalistas, estranhamente omite-se que esses judeus globalistas são judeus.

        Por quê?

      • Sim, é. A partir do momento que você adiciona sionista ao globalismo, acha que é o quê? Antiglobalista é que não é, já que você especificou muito bem o tipo de globalismo, implicando que seu problema não é com O globalismo, mas com UM globalismo.

      • Interessante.

        Assim como existem NÃO judeus globalistas, existem judeus globalistas. Mas quando os NÃO judeus globalistas mostram que são globalistas, muitos atacam aqueles NÃO judeus globalistas mostrando até mesmo a religião desses NÃO judeus globalistas.

        Agora se judeus globalistas mostram que são globalistas, estranhamente omite-se que esses globalistas são judeus.

        Por quê?

      • Porque ninguém cita “os globalistas”, mas “fulano de tal, globalista”.

        Aliás, o mesmo erro do Carlo Germani, e é por isso que os coloquei em pé de igualdade.

        Dito isso, dou dois passos para trás e deixo vocês um com o outro. O que eu quero é assistir.

      • Então assista…
        De minha parte, quando o globalista for um judeu, terei gosto de mostrar a qual religião ele segue. Veremos qual é a quantidade de globalistas judeus e NÃO judeu realmente existem…

  2. Islamismo radical é o ataque de consciência que os arabes e imigrantes de origem muçulmana sentem quando passam a conviver com a cultura hedonista e decadente ocidental. O terrorista da boate gay teve relações homosexuais não é mesmo? Ta aí o “ataque de consciência” juntamente com um ataque terrorista. Por isso que todo muçulmano moderado é uma bomba relogio, por isso que não se deve aceitar imigrantes em geral(mulçumanos é apenas o exemplo mais extremo) e por isso que não se deve ter liberdade de religião universal.

    • Na trave. Só que é mais simples:

      se o que você segue (Alcorão) manda, com todas as letras, matar os infiéis, não existe moderação. Ou você mata, ou não é muçulmano. Então, qualquer aspirante a muçulmano é uma bomba relógio.

      Os moderados nem podem ser chamados de muçulmanos – aliás, o Estado Islâmico foi criado com base nesse princípio: “essa frescurada de tolerância não é islamismo”.

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