Como os esquerdistas alemães transformam a imigração em massa num grande negócio

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Claudia Wild escreve:

A bondade alemã em números!

Nada melhor do que a matemática para mostrar o maravilhoso investimento do governo de Angela Merkel no mais promissor dos mercados; o humano – aquele composto po quase 90% de analfabetos ou semi-alfabetizados e sem profissão alguma, ou seja, qualificação zero. Gol de placa do time de Berlim.

Hartz 4= seguro desemprego, que é pago juntamente com as despesas de moradia, seguro saúde e mais uma porção de benefícios.

Sendo que, 4.1 milhões de desempregados que recebem o Hartz 4 são alemães, e quase 1.9 milhão são estrangeiros. Os valores gastos pelo governo mais do que dobraram depois que a maravilhosa chanceler abriu as fronteiras do país para sua sensacional mão de obra! Os campeões do recebimento do auxílio estatal ( depois dos nativos) são os sírios, com mais de 1/2 milhão de beneficiários, seguidos por turcos e iraquianos, consecutivamente.

Vejam que o número de sírios beneficiários cresceu 173%, seguidos por africanos de Eritrea 144%, afegãos 82,7%, somalianos 82%, se comparados ao ano anterior (2015). O percentual de sírios recebendo o Hartz 4 corresponde a 79,9 % dos refugiados daquele país que entraram na Alemanha, na chamada “crise migratória“.

Assuste-se com o gráfico abaixo:

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No fundo, não há novidade alguma nisso.

O alto número de beneficiários do “welfare state” significa a garantia de mais votos para esquerdistas. Tudo isso bancado pelo pagador de impostos, sem que o esquerdista tenha que tirar um centavo sequer do bolso. Não há problema algum com garantir que as pessoas tenham o mínimo para sobreviver. O problema é criar uma situação artificial para aumentar o número dessas pessoas necessitando de benefício.

Ao mesmo tempo, eles podem vender os serviços mais baratos desses refugiados para os metacapitalistas, que fazem utilização de uma força de trabalho que aumente os seus lucros. Novamente, não haveria problema algum isso se não falássemos do uso do estado para criar artificialmente esse excesso de mão de obra ociosa.

Como se nota, o esquerdismo é sempre um grande negócio.

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4 COMMENTS

  1. Não é só isso, tem uma negociata do George Soros envolvendo cartão de crédito pra refugiados.
    Essa gente não faz nada de graça.

  2. Luciano, aprofunde-se mais nesse tópico. Afinal, Merkel está “semeando o futuro”:

    Criar desigualdade para “combater a desigualdade”.

    Afinal, depois de um tempo, a esquerda alemã poderá vir com estatísticas falando que a riqueza é mal distribuída e só um partido de esquerda pode diminuir as desigualdades sociais.

    • Dialetica hegeliana não é la essas novidades todas, mas ainda sim tem muita gente que caí. Basicamente o sociopata cria um problema para depois vender a solução para o problema que criou. é só observar Lula e os movimentos “diretas já”.

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