Sadismo toma invertida: esquerdistas tentam atacar colunista pelas costas e apanham em retorno

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Andrew Bolt, colunista conservador do tabloide australiano Herald Sun, sediado em Melbourne, foi atacado covardemente por milicianos de extrema-esquerda num restaurante.

Por sorte, eles não conseguiram concluir seu intento, pois um ataque pelas costas geralmente é para deixar a vítima com sequelas, provavelmente até matá-la. Só que Bolt reagiu ao ataque e ainda arrebentou os agressores.

Veja o vídeo:

Em tempo: vale dizer que um dos autores menos compreendidos da política é Marques de Sade, que basicamente nunca é estudado sob este aspecto (é muitas vezes retratado como um “libertino”). Na verdade, ele não era apenas um libertino, mas o primeiro estudioso do “teste de limites”.

Entendendo a ótica do Marques de Sade, compreendemos como alguns grupos vão adquirindo espaço a partir da afronta, que “abre fendas” na mente do alvo, que vai aos poucos se submetendo e aceitando. Em essência, é o estudo da dominação psicológica. É um dos raros autores cujos métodos não se tornaram uma disciplina da psicologia social (e precisaríamos fazê-lo).

A extrema-esquerda domina esses métodos. Dia após dia eles vão afrontando e estabelecendo novos limites. Assustados, seus opositores questionam: “Como eles podem chegar a esse ponto?”. Mas quem entendeu a essência da mensagem passada pelo Marques de Sade compreende que é tudo planejado para imprimir no senso comum que eles podem definir estes novos limites, que os padrões éticos não se aplicam a eles e que, por isso, eles adquirem o verdadeiro e mais puro poder.

Por esta ótica, a afronta sistematizada aos princípios estabelecidos morais não é uma anomalia, mas uma tática para conseguir o mais estruturado tipo de poder. Estes jogos só podem ser quebrados quando compreendemos a essência deste jogo.

Por exemplo, quando Janot utilizou a esposa de Claudia Cruz contra Eduardo Cunha, fazia uso de um método sádico. Quando Jean Wyllys cuspiu na cara de Bolsonaro e disse que podia fazer isso, também assistimos a um método do sadismo.

Sadismo não tem a ver com jogos sexuais. Isso é apenas a superfície artística dada pelo autor. Sadismo tem a ver com a dominação pela prática contínua de afrontas morais a ponto de causar a submissão de seu alvo pela dominação psicológica.

Só se luta com sádicos a partir do entendimento deste princípio.

Para quebrar esse ciclo é preciso reagir às afrontas. Aqueles que agrediram Bolt pelas costas certamente iriam praticar violências ainda maiores da próxima vez se não ocorresse reação.

Ao reagir à violência, Bolt apenas quebrou um ciclo de sadismo.

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4 COMMENTS

  1. Também vale a pena estudar as relações entre o comportamento dos esquerdistas e o Transtorno de Personalidade Narcisista. É impressionante o nível de semelhança dos dois.

  2. Esse tal Bolt fez bem em não baixar a cabeça, mas, sobre a porrada em si, não acho que ele tenha se saído tão bem… Era pra ter arrancado os dentes dos dois marginaizinhos de tanto enfiar a mão na cara!

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