Miriam Leitão é desmentida por petistas sobre relato de agressão durante vôo

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Agora o caldo começa a entornar.

Em relação à suposta agressão sofrida durante um vôo (que pode ser conferida aqui), a jornalista global Míriam Leitão (também de extrema-esquerda) está sendo desmentida por petistas.

Leia os seguintes trechos de um texto de Kiko Nogueira para o Diário do Centro do Mundo:

Ela afirma que foi vítima de “um ataque de violência verbal por parte de delegados do PT”.

“Foram duas horas de gritos, xingamentos, palavras de ordem contra mim e contra a TV Globo. Não eram jovens militantes, eram homens e mulheres representantes partidários. Alguns já em seus cinquenta anos. Fui ameaçada, tive meu nome achincalhado e fui acusada de ter defendido posições que não defendo”, descreve.

O fato se deu em 3 de junho num avião que ia de Brasilia para o Rio de Janeiro. Ou seja, Míriam levou dez dias para expôr o ocorrido.

Por quê?

“Foram muitas as ofensas, e, nos momentos de maior tensão, alguns levantavam o celular esperando a reação que eu não tive. Houve um gesto de tão baixo nível que prefiro nem relatar aqui. Calculavam que eu perderia o autocontrole. Não filmei porque isso seria visto como provocação. Permaneci em silêncio. Alguns, ao andarem no corredor, empurravam minha cadeira, entre outras grosserias”.

Um linchamento estava a caminho, mais que um escracho.

Diante de um fato de tamanha gravidade, por que não lavrou um boletim de ocorrência ali mesmo no aeroporto?

Miriam atesta que eram “delegados do PT” e “profissionais do partido”.

Como ela sabe disso? Portavam crachá? Através das roupas deles? Dos óculos? Das feições lombrosianas?

Os agressores, de acordo com ML, eram também ignorantes contumazes.

“Ameaçaram atacar fisicamente a emissora, mostrando desconhecimento histórico mínimo: ‘quando eles mataram Getúlio o povo foi lá e quebrou a Globo’, berrou um deles. Ela foi fundada onze anos depois do suicídio de Vargas”, afirma.

Ora. O Globo estava na ativa há 29 anos em 1954. Carros do jornal foram destruídos quando da morte de Getúlio e a redação foi atacada.

No Facebook, um advogado ligado ao PT, que se declarou presente no avião, desmentiu a colunista.

“Eu estava no vôo e ninguém lhe dirigiu diretamente a palavra, justamente para você não se vitimizar e tentar caracterizar uma injúria ou qualquer outro crime”, relatou Rodrigo Mondego.

“O que houve foram alguns poucos momentos de manifestação pacífica contra principalmente a empresa que a senhora trabalha e o que ela fez com o país. A senhora mente também ao dizer que isso durou as duas horas de vôo, ocorreu apenas antes da decolagem e no momento do pouso. Se a carapuça serviu com os gritos de ‘golpista’, era só não ter apoiado a ação orquestrada por Eduardo Cunha e companhia, simples”.

Tudo indica que foi um esculacho. Míriam não ajudou a esclarecer. Talvez porque não interesse.

Assim como ficou nebuloso o “escândalo” da alteração de seu perfil na Wikipedia pelo “Planalto”, uma patacoada tratada como Watergate.

Ela parece incomodada com o papel de porta voz da emissora. É uma posição horrenda, mas é difícil crer que não tenha ideia do quanto a empresa onde trabalha é odiada.

Em suma, em quem podemos acreditar se tanto os petistas como os jornalistas da Globo são mitômanos profissionais?

Detalhe: a Rede Globo hoje não é odiada apenas pelos petistas, que, no fundo, tem muito a agradecer à empresa dos irmãos marinho.

Decerto devemos manter a solidariedade à jornalista caso a agressão tenha ocorrido, mas já não é mais possível ter certeza.

Vale lembrar que a partir de agora veremos briga atrás de briga entre petistas e neopetistas (da Rede), que estão sendo alçados ao poder pela Rede Globo.

Essa será apenas a primeira de diversas brigas.

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13 COMMENTS

  1. Li a declaração oficial de Míriam, logo após os fatos deprimentes, patológicos e criminosos. Temos o número do voo, e dos comissários que pouco tentaram fazer. É inverdade falar sobre policiais ou delegado, como Petistas. No estado emocional, de receios e constrangimento, ela optou por sair do Aeroporto. Jamais, pelo conhecimento e cultura, de Mírian Leitão, ela diria que ” O GLOBO”, não existia em 1954. É triste invencionice, é brincadeira. Percebo questões que me causam estranheza, nesta reportagem.

  2. Se tem uma classe que sabe se vitimizar como ninguém, essa classe pertence aos propagandistas travestidos de jornalistas. Fica dificil quando as duas partes são mentirosas, mas eu creio que o Leitão consegue mentir mais.

  3. Miriam Leitão,esquerdista como é,não difere em nada do petismo-comunismo que pertence.
    A pergunta que não quer calar: Por que nenhum passageiro gravou o acontecimento? Nada na mídia,tanto com imagens,como áudio.Interessante,não?

  4. No depoimento do PT podemos ver que a Mirian estava falando a verdade. Ele dz que os colegas a xingaram de golpistas,que a comissária pediu para a Mirian trocar de lugar então tudo é verdade, acho que o site embarcou de trouxa.

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