Joesley, Janot e Fachin tripudiam sobre o povo ao comemorar maior acordo de impunidade do mundo

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Foi concluido o julgamento sobre o acordo de impunidade de Joesley, e por 9×2 o STF decidiu que os irmãos donos da JBS possuem direito a total impunidade.

Para tripudiar do povo, o PGR Rodrigo Janot disse que a decisão foi “histórica”. Conforme o principal site de culto a Janot do Brasil (o Antagonista, ou, melhor o Anestesista), o PGR disse: “O recado que se passa hoje, de forma clara, é que os acordos firmados — desde que obedeçam à legalidade e que o colaborador cumpra todas as condições a que se comprometeu –, esses acordos serão mantidos.”

Essa declaração tem o som de “ufa”, pois a imoralidade foi muito grande, sendo repudiada por 81% do povo brasileiro.

Durante o dia, o Anestesista chegou a confessar que defendia um acordo de total impunidade. Eles haviam escrito: “Cármen Lúcia pode dar um golpe na Lava Jato? A coluna de Lauro Jardim, em O Globo, acredita que sim. Leia aqui: ‘Cármen Lúcia deu sinais nos bastidores de que deverá votar pela possibilidade de revisão dos benefícios de um delator se as informações fornecidas não forem eficazes para a investigação.’ Já têm esse entendimento Gilmar Mendes, Ricardo Lewandowski e Marco Aurélio Mello. Se Cármen votar com o trio, Dias Toffoli e Alexandre de Moraes já anunciaram que mudarão seus votos”.

Mas que porra é essa?

Vamos com calma. Temos as situações:

  1. O acordo de impunidade não pode ser cancelado de jeito algum
  2. O acordo de impunidade deve ser cancelado já
  3. O acordo de impunidade deve ser cancelado apenas se as informações fornecidas não forem eficazes para a investigação

A maioria do povo pede (2). Eu incluído. Já essa nova possibilidade era o item (3), que fala do cancelamento apenas se as informações fornecidas não forem eficazes para a investigação. O que o Anestesista propõe é a alternativa (1), ou seja, a impunidade total independente de qualquer condição. E foi essa a alternativa que venceu.

Se isso não é ter um bandido de estimação (Joesley), nada mais é.

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3 COMMENTS

  1. Estou com nojo desse povo. Inclusive da imprensa. Eu até gostava de alguns. Hoje não consigo nem ouvir a voz. Muita gente não vai ressuscitar dessa crise que chamam do Temer.

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