Estadão diz que demissão de jogadores filmados em masturbação coletiva “expõe homofobia”

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Imagem vista nas redes sociais. Acima temos Gilmar Rosso, presidente do clube.

Um texto de Anita Efraim para o Estado de São Paulo mostra como o fascismo cultural (politicamente correto) evita qualquer análise realista da realidade.

O texto alega que a demissão dos três jogadores – que masturbaram uns aos outros no vestiário e ainda divulgaram o vídeo – foi também motivada por homofobia, pois se o caso envolvesse relações heterossexuais: “seria uma fofoca, mas não estragaria a carreira deles”. O caso ocorreu no Sport Club Gaúcho, equipe de Passo Fundo (RS).

O problema é que a matéria não prova, em momento algum, que isso de fato ocorreria no caso de alguém ser pego em relações heterossexuais num vestiário. Na verdade, seria justa causa em qualquer situação.

Sair querendo intimidar um clube que demitiu jogadores que se masturbaram no vestiário com base uma hipótese maluca – de que eles não seriam punidos se não fossem gays – é uma ofensa à inteligência das pessoas.

Quer dizer: segundo o Estadão, se o sujeito for dar um finco com a colega de trabalho no banheiro da empresa e for pego, talvez nenhum dos dois seja demitido.

Será mesmo?

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3 COMMENTS

  1. A mídia só pode estar de brincadeira mesmo, os culpados virando vitimas, perderam totalmente a vergonha na casa mesmo, isso não tem nada a ver com homofobia e sim com não ter vergonha na cara.

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