A monstruosidade de Lula ao tentar culpar Marisa não adiantou nada: o ex-presidente está condenado

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Uma das maiores monstruosidades já vistas na história política nacional foi a tentativa de Lula de culpar sua esposa falecida Marisa pelas negociadas envolvendo o triplex. Fácil, não? Ela não estava mais lá para se defender no dia em que Lula depôs a Moro.

Isso de nada serviu para Lula, que foi condenado assim mesmo por Moro a 9 anos e seis meses de prisão, por corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

Em sua sentença, o juiz disse que a “aparente tentativa” do petista de “transferir a responsailidade” sobre o negócio do triplex 164-A do Guarujá (SP) à ex-primeira-dama Marisa Letícia, morta em janeiro de 2017, “não é convincente”.

“É evidente que o Grupo OAS, dirigido pelo acusado José Adelmário Pinheiro Filho, destinou o imóvel, sem cobrar o preço correspondente, e absorveu os custos da reforma, tendo presente um benefício destinado ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva e não a sua esposa exclusivamente”, escreveu Moro.

“A aparente tentativa de transferir a responsailidade à ex-Primeira Dama não é convincente.”

No dia 10 de maio, quando Lula depôs, disse: “Tem que falar com a dona Marisa.”

Moro questionou: “O sr. ex-presidente foi consultado a respeito da realização da venda já que dizia respeito à sua cota?”, indagou o juiz. Ele respondeu: “Dr. Moro, como eu não requisitei apartamento e não recebi apartamento eu não tinha porque ser informado. Não fui informado, não fui informado.”

Moro insistiu: “Sua esposa foi informada?”. Lula de novo: “Eu não acredito, parece que esse apartamento, parece foi dado em garantia umas cinquenta vezes.”

Moro avaliou que Lula era o verdadeiro dono do triplex e cometeu crime de lavagem de dinheiro ao ocultar o bem.

“O imóvel, segundo a matrícula nº 104801, encontra-se em nome da OAS Empreendimentos, tendo sido, porém, solicitado a José Adelmário Pinheiro Filho a ocultação da titularidade de fato, que era do ex-presidente, e que o imóvel permanecesse em nome da OAS”, sentencia Moro.

Moro lembra que foi Dona Marisa “de fato quem assinou os documentos de aquisição de direitos sobre apartamento, então 141-A ou 174-A”, escreveu o juiz, na sentença de 218 páginas, que tornou Lula um condenado na Justiça.

“Mas é evidente que se tratava de uma iniciativa comum ao casal, pois a propriedade imobiliária transmite-se ao cônjuge, em regime de comunhão de bens.”

Em resumo, Lula ofendeu a memória de sua esposa, agindo feito um monstro não apenas diante da nação, mas também diante de seus filhos. Agora vemos que isso não lhe valeu de nada. Ele está condenado tanto em termos judiciais como morais.

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