Com coragem, Paulo Martins deu início ao projeto que hoje colocou um fim na escravidão sindical

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Na última terça (11), a reforma trabalhista foi aprovada por 50 a 26 no Senado. Nesta quinta (13) a tarde a reforma foi sancionada por Michel Temer, que não vetou nada. Ou seja, acabou o imposto sindical obrigatório.

Novamente, temos que lembrar os méritos de Paulo Martins, que escreveu, em seu Facebook: “Temer acaba de sancionar o Fim do Imposto Sindical. O Brasil está livre dessa excrescência. Paga quem quiser pagar, se achar que alguém merece. Além disso, esse é provavelmente o mais duro golpe contra a estrutura da esquerda, pois bilhões de reais deixarão de irrigar sindicatos que financiam o projeto político dos vermelhos. Quando me candidatei a Deputado Federal, assumi o compromisso de lutar pela liberdade e enfrentar o totalitarismo esquerdista que nos ameaça e a estratégia correta é implodir suas estruturas de sustentação. Essa é a primeira vitória. A pilastra sindical caiu. Obrigado a todos pelo apoio.”

Nós devemos gratidão a Paulo por ter sido tão determinado, pois quando ele propôs inicialmente a medida muitos disseram: “Será que não é um avanço grande demais para um país tão contaminado de esquerdismo? Será que o PSDB vai tolerar esse tipo de atitude que nos libertará de sindicatos?”.

Ele comprou a briga e acreditou desde o início. Se não fosse essa determinação, não teríamos chegado até aqui. Obrigado, Paulo Martins!

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2 COMMENTS

  1. Louvável a atitude do nobre parlamentar. Tudo que é imposto, no sentido de impôr, foge do conceito do que é democracia. Ocorre que a Reforma Trabalhista não está tratando só deste assunto em questão, muitas coisas foram explicadas de forma a ocultar as verdadeiras intenções da referida reforma! Infelizmente temos um parlamento que (quase na sua totalidade), não trabalha integralmente a favor do povo mais sofrido, sempre atuando para se locupletar!

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