Leopoldo Lopez conversou ao fone com Temer, enquanto Dilma o desprezaria e daria apoio ao psicopata Maduro

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Parte da direita brasileira incorre no erro de adotar a narrativa dizendo que “todos os políticos são iguais”. Quando perguntamos a razão para a equiparação, dizem: “é que há políticos corruptos em todos os partidos”.

Fica parecendo que a única imoralidade que o ser humano pode cometer é a corrupção. Mas existem muitas outras barbáries que podem ser feitas além de cometer corrupção: um exemplo de barbárie é ficar do lado de ditadores, muitas vezes genocidas, que assassinam seu povo. Pior ainda é tentar implementar um totalitarismo no Brasil para obter o poder de assassinar sua população à vontade. Isso claramente vai além da corrupção.

Por isso, é um mito dizer que “todos são iguais”.

Michel Temer deve ser investigado por corrupção. Caso seja julgado culpado, deve ser preso. Ponto. Porém Dilma e Lula não merecem destino igual, mas pior, pois além de corrupção eles são culpados de totalitarismo e apoio a sistemas totalitários.

Um exemplo dessa diferença está no telefonema que o ex-preso político venezuelano Leopoldo Lopez fez a Michel Temer, que o atendeu. Coisa que jamais ocorreria com Dilma, que não o atenderia de forma alguma.

Em resposta, Temer disse que “o Brasil está ao lado do povo venezuelano. Há que respeitar o Estado de Direito, a democracia, os direitos humanos”. Dilma, por outro lado, diria que seria preciso “respeitar a revolução bolivariana”, ou seja, deixar Maduro fazer qualquer barbárie com seu povo.

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