Libertação de Isabella Nardoni é argumento definitivo pela redução da progressão de pena

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O Brasil ficou indignado com a liberação de Anna Carolina Jatobá, condenada pelo assassinato da enteada Isabella Nardoni, saindo da cadeia para o regime semiaberto.

A medida é mais um tapa dolorido na cara do povo brasileiro, que paga impostos para um estado que vive de promover injustiças e afrontas.

Mas o caso também é o argumento definitivo a favor do projeto lançado pelo MBL que pede o endurecimento de condições para a progressão de regime e limitar o regime semiaberto.

De acordo com a proposta, já em tramitação na Câmara, para ter direito a progressão a pessoa que cometeu o delito deve ter cumprido pelo menos dois terços da pena, além de passar pela avaliação de uma comissão interdisciplinar para verificar se o apenado tem, de fato, condições de ir para o sistema aberto.

No caso de crimes hediondos, o MBL pede que seja necessário o cumprimento de quatro quintos da pena. Atualmente, a progressão pode ser concedida progressão seja concedida após o cumprimento de um sexto da pena, além do atendimento do critério de bom comportamento carcerário, comprovado pelo diretor do estabelecimento em questão. No caso de crime com menor potencial ofensivo, o apenado deve cumprir dois quintos da pena para depois ter direito à progressão.

A escória da extrema esquerda disse que era uma mentira, e que não existia vida mole para quem cometeu crimes hediondos. Como se sabe, os monstros ligados ao PSOL e PT não querem que bandidos perigosos fiquem presos. Ou seja, pedem que o estado libere criminosos perigosos. É puro sadismo.

Seja lá como for, Anna Carolina Jatobá foi condenada há nove anos a um período de 26 anos e oito meses de prisão. Como ficam agora aqueles sádicos da extrema esquerda que diziam que “não existia progressão de pena para quem cometeu crime hediondo”?

Num país onde a taxa de reincidência é de 70% – eis a fonte, para o choro da escória do PSOL – a liberação de Anna Carolina Jatobá é perversidade adicional. Se já tivessemos o projeto do MBL aprovado, isso não aconteceria. E a mãe de Isabella Nardoni não iria sofrer uma ofensa tão abominável por parte do estado.

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