Precipitação do burro Janot cria treta internacional e causa prejuízo terrível à Lava Jato

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Várias pessoas em Brasília afirmam nos bastidores que Rodrigo Janot tem problemas com a bebida. Vamos deixar as coisas por aí então: como boatos. De qualquer forma, as atitudes de Janot lembram as bravatas daqueles bêbados que querem demonstrar força mas são precipitados.

Por exemplo, o Valor recebeu o vazamento de que existiu uma operação para obter um flagrante contra Temer que ocorreria em conversa com o dono da JBS, Joesley Batista, provavelmente na cobertura que ele tem na esquina da Quinta Avenida com a rua 51, em Nova York.

De acordo com as negociações – apontadas pelo Valor que, lembre-se, é um meio de comunicação da Globo – tudo estava preparado para gravar Temer. O acordo entre policiais dos EUA e do Brasil estava fechado. Só que Temer não foi gravado pois cancelou a viagem que faria aos EUA, em maio.

Deixe-me ver. Alguém deixa vazar a informação de que a PGR tentou grampear Temer nos EUA, mas não conseguiu fazer em razão de adiamento da viagem do presidente. Mas se a operação era secreta, quem vazou? Por que vazou? Só para intimidar e fazer jogo político?

Neste caso, fica o alerta para qualquer político brasileiro: ele pode ser espionado nos EUA a serviço de joguetes políticos originados no Brasil por pessoas nomeadas por petistas.

Resultado: os Estados Unidos ficam sob a desconfiança de ser um país que pode grampear adversários de Janot. Agora quem é que vai viajar aos EUA e falar em telefones nos EUA se não for a partir de códigos? Quer dizer: Janot estragou toda e qualquer tentativa de grampear um político brasileiro nos EUA.

Observem a bagunça que o Sr. Janot está causando e o nível de instabilidade e desconfiança que isso cria, agora não apenas nas instituições brasileiras mas também sobre outros países que podem ter setores envolvidos no jogo.

Ele deixou a brecha aberta para Temer explorar e desconstruir toda a iniciativa. Aliás, Janot pode até ser processado por crime de lesa pátria. Os danos podem respingar em todos os lados. Com certeza a Lava Jato será afetada.

A culpa será toda de Janot, precipitado feito aqueles bêbados metidos a valentão.

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3 COMMENTS

  1. Eu tinha uma imagem do Janot, Procurador Geral da República como uma pessoa integra.
    Depois de tantas ações estranhas essa imagem desmoronou!

  2. 1) O PGR Janô quis bancar o Padre Confessor do Brasil, aquele que escuta as confissões dos pecadores, corruptos políticos e megabilionários, em troca de salvo conduto para o Paraíso. Embriagado (metaforicamente falando) pelo poder discricionário, inimputável e jacobino, transformou-se num Joseph McCarthy das Esquerdas que persegue políticos não-esquerdistas.
    O comportamento do Janô lembra mais o do bipolar J. Edgar Hoover, o eterno chefão do FBI que combateu criminosos importantes, mas espionava políticos e aqueles que achava serem inimigos.
    Hoover quase transformou o FBI na sua Gestapo, Cheka ou KGB.
    Era mais ou menos isso o que o Janô queria fazer no Confessionário Geral da República, se algum mínion janotista o sucedesse: transformar a PGR numa instituição que seria temida pelos brasileiros.
    Não um quarto poder da República, mas “O Poder”.
    Confessionário do Padre Janô: os Olhos, os Ouvidos e as Bocas do Brasil.
    2) Quem garante que o Janô não possui dossiês e gravações secretas de vários políticos, jornalistas e blogueiros desafetos, para chantageá-los futuramente? Se o sujeito é capaz de arquitetar uma gravação marginal para incriminar o presidente da República, é capaz de qualquer coisa.
    3) A doutora Raquel Dodge terá de fazer uma varredura eletrônica, dedetização e sessão de descarrego e exorcismo na sua futura sala da Procuradoria Geral da República.
    O Janô pode ter deixado algo lá, além da energia negativa e maus fluidos.

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