Folha faz matéria mais canalha dos últimos tempos e abre urgência pela luta contra o nazismo da mídia pró-PT

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Saiu uma matéria da Folha adotando o padrão nazista ao atacar o MBL por ter números em 170 cidades pelo Brasil, ocupando cargos em 4 prefeituras.

O truque é nazista por tentar estigmatizar um grupo social, transformando sua participação na política em algo “que depende de explicações”. Na verdade, isso é absurdo em qualquer sociedade civilizada.

Se a Folha não está satisfeita com a participação de pessoas ligadas ao MBL na vida pública, que eles ganhassem as eleições, oras, e a partir daí poderiam escolher as pessoas que mais considerassem adequadas. Mas daí a querer proibir a participação do MBL já é demais. Só se viu isso na Alemanha Nazista, contra os judeus. Deu no que deu. É preciso evitar que a cadela do fascismo entre no cio de novo.

Seja lá como for, a resposta de Kim Kataguiri é aniquiladora:

Quer dizer: a Folha só faltou pedir para “fichar” os membros do MBL e proibi-los de participar. A matéria não apresentou um critério técnico para impedir a participação dessas pessoas na política.

Ao contrário: por ser um movimento político é vital que um prefeito liberal ou pelo menos de direita contrate pessoas com maior alinhamento ideológico, e movimentos como MBL são ideais para encontrar essas pessoas. Não apenas o MBL, claro, mas ultimamente o grupo é o mais citado como exemplo de inimigo para a extrema esquerda. (Dica aos demais grupos: se esforcem mais para serem citados tantas vezes como inimigos do PT e congêneres)

Enfim, a Folha jogou alto demais ao adotar a tática nazista.

A direita precisa reagir a isso, pois há riscos de ficar cravado no senso comum que pessoas que integram grupos de direita devem abdicar da participação em cargos públicos. Ora, mas não existe o vazio na política. Se aceitarmos essa noção, os cargos comissionados (que são previstos na lei) vão ficar para quem? Para os petistas?

Por exemplo, ia ser bizarro ver Marchezan contratando petistas em cargos comissionados – só porque a Folha assim o exigiu – e no dia seguinte o sujeito vazaria informações seletivas para imprensa, tentando implodir sua gestão. Quem apoiar a Folha estará apoiando isso, ou seja, o fim da direita em termos políticos, pois se aceitarmos o critério da Folha, a régua sobe e a direita fica sem moral de participar de cargos comissionados.

Aliás, sobre critérios para cargos comissionados, alguns poderiam ser sugeridos, de tão óbvios que são:

  1. Confiança -> é preciso escolher alguém por quem se nutra confiança, ou seja, que não irá te sabotar a serviço de seus inimigos. Ou seja, o oposto de um Marcelo Calero, por exemplo.
  2. Alinhamento ideológico -> uma vez que a questão pública é inerentemente política, é vital ter pessoas que concordem com seu ponto de vista. Não faz sentido colocar alguém que defende a estatização radical para coordenar um programa de privatização, por exemplo.
  3. Condição técnica -> quanto mais apto quanto ao perfil técnico, melhor, desde que a pessoa tenha passado nos critérios (1) e (2).
  4. Nível de vulnerabilidade ao ataque inimigo -> não vale a pena ter pessoas de passado sujo, por exemplo, que tenham ficha criminal, batido na mulher e coisas do tipo, pois isso será utilizado pelos inimigos para assassinar reputações.

Pronto, aí estão os quatro critérios, que me parecem ter sido atendidos para os cargos ocupados por integrantes do MBL.

Obviamente, a Folha Nazista está revoltadíssima porque foram aplicados critérios (1) e (2) e em seguida os critérios (3) e (4). É claro que adorariam que prefeitos liberais tivessem petistas infiltrados para que sabotassem a gestão a partir de dentro.

Para a extrema esquerda, o que vale é o poder totalitário. Mas agora a direita já entendeu quais são essas intenções.

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2 COMMENTS

  1. A resenha da Folha era que o MBL não poderia ter pessoas do movimento em cargo por indicação pois o grupo é contra isso, mas o movimento é contra isso quando a pessoa não tem experiência e formação técnica para área destinada. A resposta do Kim foi ótima porque mostra como eles agem ao colocar tudo diferente do que foi explicado pelo Kim durante a conversa por telefone.

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