Ao dar ordem ao STF para não repassar áudios a Temer, Joesley se estabelece como o dono do Brasil

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Lemos o seguinte, de acordo com a Exame: “O advogado Francisco de Assis Silva, chefe da Diretoria Jurídica da JBS e um dos delatores, apresentou nesta terça-feira um pedido ao Supremo Tribunal Federal (STF) para evitar que haja a remessa direta aos defensores do presidente Michel Temer de sete áudios recuperados pela Polícia Federal em gravadores entregues por Joesley Batista, um dos donos do grupo”.

Tem mais: “Francisco de Assis argumentou à presidente do STF, Cármen Lúcia, que “certamente” existem nos diálogos recuperados conversas mantidas entre ele, outros advogados e os donos do grupo. Segundo ele, essas conversas fazem parte das tratativas do acordo de colaboração premiada firmado com a Procuradoria-Geral da República (PGR) e homologado pelo STF e estariam acobertadas pelo sigilo profissional previsto em lei”.

Bem, já sabemos que a PGR tem atendido todos os desejos de Joesley. Agora resta saber se o STF fará o mesmo.

A partir do momento em que for dado o direito de Joesley definir a que provas Temer teria o direito de ter acesso, é possível que o dono da JBS avance ainda mais. Quem sabe ele já não exige o título de dono do Brasil.

Quem sabe ele não obrigará todos nós a mugirmos para ele, não? Diante de um dono de frigorífico, o resultado talvez não seja nada agradável. Para nós, não para ele, claro.

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