Extrema esquerda brasileira não deu apenas apoio moral como também dinheiro para ditadura de Maduro

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Em seu perfil no Facebook, Leandro Ruschel lembra que “não foi apenas apoio que a esquerda brasileiro deu ao regime totalitário na Venezuela”.

Foi muito mais do que isso. A extrema esquerda ajudou a criar o regime. Por exemplo, Lula contou “que foi ele e Fidel Castro, em reunião do Foro de São Paulo, que decidiram unir a esquerda latina com o propósito de colocar Chávez no poder”.

A partir daí, a ditadura de Chavez (e depois, de Maduro) sempre se beneficiou de agrados bancados pelo pagador de impostos brasileiro. Ruschel cita como exemplos “a Refinaria de Abreu e Lima, a oferta de crédito por parte do BNDES para obras da Odebrecht no país, entre outras maracutaias”.

Ademais, o Brasil usou seu poder de influência para impedir qualquer pressão sobre a ditadura. Quer dizer: para os petistas, a barbárie estava tão sancionada quanto protegida.

A mídia noticiou claramente que o marqueteiro do PT – João Santana – também foi indicado para atender as campanhas chavistas. Isto é, deram uma forcinha a Chavez e Maduro até no marketing político.

O Brasil está criticando PT, PCdoB e PSOL por estarem fazendo discursos de apoio à ditadura de Maduro, mas a coisa vai além: eles ajudaram a criar e manter as tiranias de Chavez e Maduro.

Quando eles emitem notas apoiando Maduro, não estão apenas defendendo um investimento psicológico, mas também um investimento financeiro.

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