Argumento petista para defender violência de Maduro incentiva impunidade em caso de violência doméstica

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Diante da vergonha perante o mundo – por estar apoiando uma ditadura que já causou mais de 100 mortes em poucos meses -, os petistas não poderiam passar sem inventar rotinas bizarras para justificar os horrores perpetrados na Venezuela.

Uma dessas rotinas diz: “Nicolás Maduro pelo menos foi eleito, ao contrário de Temer”. Para início de conversa, isso é mentir sobre a legislação eleitoral, que só permite um presidente eleito junto a um vice. Portanto, Temer teve os mesmos 54 milhões de votos que Dilma. Está na legislação eleitoral.

Porém, mesmo deixando esse detalhe de lado, o argumento para defender Maduro seguiria horripilante.

Tal como vi na página de Roberto Jefferson, um meme diz o seguinte: “Defender um governo que maltrata os cidadãos apenas porque foi eleito democraticamente é como defender um marido que bate em sua esposa apenas porque ela se casou voluntariamente”.

Em suma, não há argumento para defender uma ditadura que se iniciou pelo voto, assim como não há como defender a violência doméstica que se iniciou por um casamento baseado em consenso mútuo.

A ética petista mais uma vez demonstra extrema perversidade.

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