Os R$ 500 mil que a herdeira do Credit Suisse “doou” a Lula não são nada perto do que ela pode ter de volta se Brasil virar Venezuela

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Roberta Luchsinger, 32, herdeira da família fundadora do banco Credit Suisse, é daquela categoria de pessoas que não é boba nem nada. É dessas pessoas riquíssimas que visualiza o socialismo como um grande negócio. Alguém que pode entrar para o time de Marcelo Odebrecht, Joesley Batista e Léo Pinheiro no futuro.

Sua jogada é inovadora: ciente de que o financiamento empresarial de campanha foi proibido – por exigência do PT e demais partidos da extrema esquerda – ela fez uma “doação” ao ex-presidente Lula no valor de cerca de R$ 500 mil em dinheiro, joias e objetos de valor.

“Com o bloqueio dos bens de Lula, Moro tenta inviabilizá-lo tanto na política quanto pessoalmente. Vou fazer uma doação para que o presidente possa usar conforme as necessidades dele”, diz Roberta.

Pessoas como Roberta são típicas do socialismo. Elas dão aos líderes socialistas aquilo que no futuro acaba virando empréstimo aos projetos bolivarianos.

Lula promete censurar a mídia e transformar o Brasil numa Venezuela se voltar ao poder. A vida do povo brasileiro será um inferno. Mas “doadores” como Roberta Luchsinger podem ter até retornos de R$ 500 mil por dia num país destruído desse jeito, pois os amigos do rei sempre se dão bem.

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2 COMMENTS

  1. 1) Essa moça irresponsável e insensível mostrou a que veio.
    Ela simboliza exatamente o mau-caratismo dos esquerdistas, no caso dela, burguesa comunista, comunista burguesa ou simplesmente cínica, fingida e hipócrita.
    Debochou dos brasileiros que enfrentam sérias dificuldades financeiras e humilhou o juiz Moro, após dizer que dará muito dinheiro ao maior ladrão do Brasil: a Mãe do Bolsa Lula.
    E eu achava que já tinha visto tudo em psicopatia esquerdista.
    Essa ricaça comunista me surpreendeu, negativamente.
    2) A trama envolvendo essa bilionária brega do PCdoB parece uma grande armação, planejada pelo astuto e sempre desrespeitoso doutor Zanin, o advogado chicaneiro do Lulão.
    A estabanada pode ter tido a ideia de dar quase um milhão de reais ao Lulão – a soma do dinheiro e das “tralhas” (bolsas caras, sapatos e vestido Dolce & Gabbana) – , mas deve ter consultado antes os petistas, os quais são obrigados a relatar tudo ao chefão e ao pelotão de advogados.
    O objetivo dos chicaneiros é sempre o mesmo: debochar, humilhar e destruir a imagem do juiz Moro.
    Só que esta chicana foi longe demais e teve uma consequência indesejada.
    A bilionária comunista detalhou formas de financiamento do Lulão que (teoricamente) não podem ser punidas, como o leilão de objetos caríssimos. E naturalmente a ajudinha milionária é extensível aos familiares e a outros com o logomarca “Lula”.
    Veremos se a competência de procuradores e policiais federais é genuína, ou está subordinada às delações premiadas.
    Cabe a essas autoridades investigar os detalhes dessa Operação Bolsa Lulão – a versão lulista da Operação Uruguai do Fernando Collor – e outras formas de lavagem de dinheiro que beneficiam o comandante máximo.
    3) Ela não pode ser tratada como “apenas mais uma esquerdista biruta”.
    Por ser herdeira de banqueiros suíços, conhece formas de burlar o sistema financeiro.
    Por ser a ex-esposa do Protógenes, conhece estratégias e métodos investigativos dos policiais federais.
    Por ser biliardária, conhece outros ricaços que ajudarão financeiramente o Lulão, para que o chefão da organização criminosa volte ao poder.
    Por ser do PCdoB, conhece as artimanhas midiáticas para enganar a população.
    Ainda não é muito conhecida, mas já está no nível de psicopatia das donas Dilma, Gleisi, Vanessa e Maria do Rosário. A tendência é superar suas companheiras, se passar a ser a amiga preferida do Lulão.
    Neste país insano e irracional, a Roberta Luchsinger poderá vir a ser a próxima Dilma Rousseff, “presidenta” do Brasil.

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