Jair Bolsonaro já havia sido definido como alvo do PT no Caderno de Teses em 2015

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Como vimos hoje por aqui, Jair Bolsonaro foi condenado pela terceira vez a pagar indenização à deputada petista Maria do Rosário por ter dito que “não a estupraria, pois ela não merecia”.

A bizarrice é total e nem George Orwell teria previsto tamanha subversão da linguagem.

Mais ou menos assim como neste diálogo hipotético:

– Doutor, por que serei condenado?
– Por ter dito que não iria estuprá-la.
– Ok, doutor, eu mudo, se for assim. Aí eu digo: “vou estuprá-la”. 
– Vai ser condenado do mesmo jeito.

Um leitor disse que isso tirava a frase do contexto, pois ele disse “não te estupro pois você não merece”. Mas daí teríamos uma nova inversão da linguagem, pois alguém teria que escolher entre “não te estupro pois você não merece” ou “não te estupro pois você merece”.

Aliás, quando a campanha diz “eu não mereço ser estuprada”, isso deixa implícito que as outras mulheres merecem? Ou a regra de dizer que “se alguém não merece, fica implícito que as outras merecem” só vale para o Bolsonaro?

De qualquer forma, qualquer pessoa sabe que Bolsonaro jamais praticou apologia ao estupro e quem disser o contrário está fingindo.

Mas tudo está de acordo com um certo Caderno de Teses do PT (lançado no 5º Congresso Nacional do Partido, entre 11 e 13 de junho de 2015).

Reveja o que estava dito ali como um plano totalitário do PT:

Coincidência?

Será que teremos mais entendimentos “desconstruídos” por aí no afã de arrumar punições esquisitíssimas para Bolsonaro? Teria sido essa multa apenas uma prévia do que está por vir?

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