Candidatura de Marina fica inviável e linha auxiliar pode ter Joaquim Barbosa

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A fadinha da floresta, campeã do oportunismo, rainha da dissimulação e símbolo do que significa ser uma linha auxiliar do PT, Marina Silva, pontuou com apenas 3% em recente pesquisa do DataPoder360.

No cenário em que o candidato tucano é o prefeito de São Paulo, João Doria, Marina despencou de 12% de intenções em julho para os mesmos 3%. Em todos os cenários, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva lidera, passando de 26% para 32%. O deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ) também cresceu, passando de 21% a 25%, e se consolidou na segunda posição, no cenário em que Geraldo Alckmin, com 4%, é o candidato do PSDB.

O cientista político e antropólogo Luiz Eduardo Soares – um dos fundadores do Rede Sustentabilidade – disse que Marina perdeu a chance de disputar à Presidência em 2018 na posição de favorita devido ao seu apoio ainda que “em cima do muro” ao impeachment de Dilma Rousseff.

Claro que Marina ainda vai entrar em estágio de negação – da realidade – e tentar se lançar à presidência, mas o fato é que lá na frente alguém mostrará que no fundo o candidato para a Rede é Joaquim Barbosa, que teria chances reais.

No fundo a extrema esquerda está com três opções para 2018: Lula, Ciro e Joaquim Barbosa. Esses são os alvos a serem derrubados se quisermos permanecer como uma nação livre e democrática.

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