Depois de doação de herdeira do Credit Suisse a Lula, financiamento privado só não volta se quiserem arregar para o PT mesmo

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Sempre capitulando para a extrema esquerda, o presidente do Senado, Eunício Oliveira surge com a conversinha tradicional de que “não há clima para a volta do financiamento empresarial”.

“Acho que o momento é muito difícil, de crise política, para fazermos o financiamento privado. Eu, particularmente, não tenho objeção ao financiamento privado, mas o momento não é oportuno para fazer o financiamento privado”.

Na boa, isso é basicamente capitulação, pois poucos momentos são tão propícios para o retorno do financiamento privado de empresas do que agora.

O fato para isso está na doação de R$ 500 mil de Roberta Luchsinger, herdeira do Credit Suisse, a Lula. Isso quer dizer que o financiamento privado de campanhas já está de volta, só que “na moita” e, como sempre, para benefício dos espertalhões do PT.

Uma dica é até criar a Lei Roberta Luchsinger, com foco em regularização do financiamento privado, conforme reativado pela doadora petista.

Só não faz isso quem estiver com vontade de arregar novamente para o PT, o partido que desde 2013 decidiu que não era para ter financiamento empresarial de campanha.

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