Professora agredida em sala de aula adora discurso psicopático e defende agressão (contra seus adversários políticos)

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Uma das características fundamentais de um psicopata é o duplo padrão. Ou seja, a decisão de não julgar os eventos do mundo por uma ótica de certo ou errado, mas apenas de conveniência.

A professora de extrema esquerda, Marcia Friggi, que foi agredida  em Idaial, cidade de 65 mil habitantes, disse claramente à Rádio Gaúcha que a agressão contra ela é errada.

Mas a agressão contra Bolsonaro (contra o qual foi jogado um ovo por uma militante do PCdoB) não seria uma “agressão”, pois jogar ovo não seria agressivo.

O repórter questionou se não haveria um problema se o aluno jogasse um ovo nela. Aí ela adotou o full mode psychopath on e disse que falar isso seria “nazismo”.

Em suma, essa professora é um monstro que defende a violência. Desde que seja contra aqueles que dela discordem:

Mais um exemplo da periculosidade dessa senhora:

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20 COMMENTS

  1. Li, reli, ainda não entendi. ….sou professora e totalmente contra qualquer tipo de violência, “qualquer” mesmo. Já fui agredida; pessoal, corporal, psicólogica… desisti de lecionar. Agora, triste acontecimento, não importa o motivo, não há Desculpas que justifique. Punição ao culpado.

  2. É com esse tipo de ideia que o Brasil vai se transformar num inferno como nunca visto. Quem escreveu esse texto simplesmente tenta justificar a agressão a uma professora apontando os erros dela. Tentar diminuir o agredido a todo custo. Atitude típica de corvarde…

  3. A esquerda é terrivelmente hipócrita e isso pode ser comprovado no caso dessa professora.

    Note-se que a linha dos que a defendem é quase sempre a berradeira de que se está justificando a agressão à doutrinadora ao se mostrar a falsa coitadinha que elogia agressores de quem ela não gosta. Mas o interessante é que essa pretensa justificação é que mais se vê quando a extrema-esquerda ataca um desafeto, caso de Bolsonaro, “justificável” pela alegada “defesa da tortura” ou pela “homofobia” do parlamentar. A diferença é que neste caso não aparece nenhum desses zelosos expressando a preocupação do país se transformar num inferno. Basta, contudo, tocar num fio de cabelo de esquerdalha para essas figuras ficarem indignadíssimas. Seletivamente indignadíssimas.

    Claro que não se justifica a violência física neste e em nenhum caso, o que inclui a “ovada” no Bolsonaro.

    Também cumpre se indignar com a violência psicológico, que – imagino – deve estar assolando os alunos dessa senhora. O fato de ser professora, sem dúvida alguma, torna mais grave a incitação de violência que se constata nos textos dela.

  4. Vamos lá!!!!! Kkkkk
    A professora agora é de extrema esquerda, provavelmente isso está baseado em filiações partidárias da tal professora a partidos libertários, além de uma posição destacada na defesa da Constituição Venezuelana, afinal, extrema esquerda nesse nosso país é algo que não existe!
    Ah, outra coisa que devemos levar em conta, ovo na lapela e socos no olho são coisas efetivamente equivalentes! Manifestação de desagrado é normal! Duvido que o caso dela ganharia essa publicidade se ela tivesse tomado uma ovada da classe inteira! Desculpa, essa professora não é o mal! O mal é o comportamento do aluno! Parabéns a vcs que xingam tanto a defesa dos direitos humanos e acabaram de fazer a mesma coisa! Só pq a vítima não se alinha em seus conceitos, ela não é mais vítima e a agreçao é justificada! E o problema é a esquerda! Parabéns, vcs fazem tudo sozinhos. Não precisam da tal esquerda.

  5. Mulherzinha doente. Esquerdopata crônica. Não só mereceu como deve tomar o acontecido como uma resposta da máxima: aqui se faz, aqui se paga. No dos outros é refresco ne? Tomou???

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