Lula tem muito a explicar sobre foto mostrando cara de nojo diante dos pobres

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A caravana de Lula pelo nordeste tem sido fonte inesgotável de eventos constrangedores, desde atos vazios até broncas vergonhosas em assessores (gravadas em vídeo), culpando-os pelo fracasso.

Não deve mesmo ser fácil para alguém como Lula – que sempre teve a imagem sustentada por campanhas milionárias – encarar uma fase de vacas magras.

Mesmo assim, o mínimo que se esperava do presidente é o respeito pelas pessoas que foram visitá-lo, em especial o povo pobre, dado que ele sempre vendeu a imagem de ser o “pai dos pobres”.

Só que a foto que ilustra esse post é um perfeito exemplo de como a linguagem corporal de Lula diz muita coisa: ele não gosta de abraçar o povo pobre. É uma expressão de repulsa, mas também um desrespeito com aqueles gatos pingados que foram recepcioná-lo.

Não sejamos hipócritas. Grande parte dos políticos não gostam de abraçar o povo. Apenas fazem força. Mas pelo menos é preciso demonstrar apreço pelo que estão fazendo, no mínimo como forma de respeito ao público.

Aquilo que vale para os artistas da música (que muitas vezes não gostam de abraçar os fãs), vale também para os políticos. Cabe lembrar também que para Lula a pressão é ainda maior, uma vez que, repito, ele tem como um de seus discursos que “gosta dos pobres” enquanto seus inimigos não gostam de “ver pobres viajando de avião”. E ele sempre vai de jatinho, bem longe dos pobres.

Quando o povo está junto, o que se vê é isso: desrespeito aos pobres. Os adversários de Lula tem a obrigação de expor essa foto e exigir que ele peça desculpa de joelhos aos que estão do lado dele.

Lula, você é uma vergonha para o Brasil.

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1 COMMENT

  1. Está provado que a política acabou para o Lula e a sua gangue do PT. Ele não aceita isso, simplesmente porque ele ainda tem esperança de um dia se transformar no ditador do Brasil como o seu camarada da Venezuela, o Maduro. A prova está aí que acabou para, nessa caravana é só fracasso em cima de fracasso, ao ponto de ter de sair de um restaurante em Natal, porque quando ele entrou começaram a chamá-lo de ladrão e cadeia para ele. O tumulto foi tão grande que o dono do restaurante solicitou que ele saísse do restaurante e ele não teve outra solução, se não de sair do restaurante.

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