Esquerda quer acabar com Dia dos Pais na Austrália e você não imagina o que querem colocar no lugar…

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De acordo com o Today Tonigth Adelaide, um grupo de esquerdistas está lutando para tentar acabar com o Dia dos Pais na Austrália.

No lugar, querem colocar “O Dia das Pessoas Especiais”.

O grupo que propõe a mudança diz: “Há crianças que possuem um pai, e outras que possuem um avô, e que também possuem uma tia e outros tipos de parentes. Há um grande número de estruturas de família. E existem famílias com um único pai, famílias satélite, famílias estendidas e famílias lésbicas e gays”.

A narrativa da tropa diz que isso seria mais “inclusivo”.

A ideia, aliás, está sendo implementada em algumas escolas pelo pais. Red Ruby Scarlet, que faz a proposta, diz que isso não é politicamente correto. Seria apenas “justo”.

No fundo, isso é uma tática para provocar e humilhar especialmente aquelas pessoas que celebram os seus pais mesmo após a morte dos pais e avôs. Para muitos, o Dia dos Pais é um dia de lembranças e reflexões.

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3 COMMENTS

  1. Configura simplesmente a doutrina promulgado do livro póstumo, publicado por Engels em 1884, de K. Marx, “A Origem da Família, da Propriedade Privada e do Estado”, cujo objetivo básico é destruir o direito de herança privado, em favor do Estado, supra-nacional inclusive.
    A Família nuclear de direito-privado e propriedade, versus o Estado totalitário comunista, são antagônicos. A família nuclear – cujo socialistas a denominam “família burguesa” – é formada pela dicotomia dos dois sexos, feminino e masculino, pai e mãe, cujos os filhos são os herdeiros. Então, para o marxista, família, será sempre um inimigo primordial, e é necessário destruí-la em seus alicerces.
    A transexualidade também é uma das consequências dessa agenda da extrema-esquerda marxista, cujo o objetivo é a destruição do direito de herança dessa propriedade privada da família nuclear. Mais recentemente, a partir dos anos 90 o Partido Comunista Chinês deu um golpe de mestre, com base na pregação feminista-leninista de Sulamita Firestone, que criou o famigerada embuste: “feminino é uma construção social”, os chineses aproveitaram-se de uma conferência da ONU sobre Direitos da Mulher, para substituir o termo sexo (dual), pelo sexo GENÉRICO, ou política de gênero. O objetivo era confundir, por meio de novilíngua, a palavra sexo (sério, hoje em dia a palavra sexo é quase um palavrão) em favor do termo gênero, pois engloba ambos os sexos do gênero humano, sem distingui-los.
    É uma reengenharia social! Com um singelo objetivo de confisco marxista da propriedade privada, a recebida por herança.
    Então, destruir o conceito de sexo feminino, masculino, pai e mãe, é muito importante para eles, tal como transformar a mulher em uma coisa genérica, amorfa e irrelevante a conduz a ficar anti-reprodutora para atingir a família-burguesa, para no fim extinguir a capacidade de herança de bens privados por direito…
    Quem ganha com isso tudo? O Estado burocrata babá. Como resultado, no paraíso marxista ninguém é de ninguém, nada é de ninguém e tudo pertence a cúpula do estamento burocrático da mãe-Estado.

    Orlando Figes, no livro Sussurros: A Vida Privada na Rússia de Stálin, revela:
    “A família era o primeiro campo de batalha dos bolcheviques. Nos anos 1920, eles tinham por artigo de fé que a ‘família burguesa’ era socialmente danosa: auto-centrada e conservadora, era vista como um reduto de religião, superstição, ignorância e preconceito; estimularia o egoísmo e o consumismo, oprimindo mulheres e crianças. Os bolcheviques esperavam que a família desaparecesse à medida que a Rússia soviética se tornasse um sistema socialista pleno, no qual o Estado assumiria a responsabilidade por todas as funções domésticas básicas, fornecendo berçários, lavanderias e refeitórios em centros públicos e blocos de apartamentos.”

    Ricardo Bordin, trás em um texto no Mídia Sem Máscara, uma tênue tentativa de discussão contra essa agenda marxista, em uma série da Netflix denominada “What Happened to Monday (Onde Está Segunda) “, o texto segue neste link abaixo:
    http://midiasemmascara.org/artigos/destaques/milagre-filme-no-netflix-critica-eugenia-abortista-e-ressalta-valor-da-familia/

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