O papelão de Lula: chamou a procuradora de “querida” e tomou pito de Moro

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No depoimento dado a Sérgio Moro, o ex-presidente Lula, a certo momento resolveu dar uma intimada na procuradora.

Ele a chamou de “querida”.

Ela rebateu dizendo que não gostou de ser chamada daquela forma, pedindo para ser tratada da maneira protocolar.

Lula se fingiu de sonso perguntando de quê ela gostaria de ser chamada.

Moro o repreendeu: “Peço que não utilize ‘querida’. Pode chamar de doutora, senhora procuradora.”

Lula ficou pianinho a partir daí.

Que deprê…

Assista:

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3 COMMENTS

  1. Honestamente, acho que este episódio é melhor aproveitado se simplesmente ignorado do que analisado.
    De um lado, o ícone do esquerdismo brasileiro, Lula. Do outro, uma mulher com traços claros de feminismo, fazendo escândalo de um comentário realmente sem malícia. Não era para tanto, usar o termo “querida” não é desrespeito nem ofensa.

    • Tal familiaridade numa corte de justiça não tem nada a ver com feminismo. Se fosse um homem e o “cara” o chamasse de “querido” seria a mesma coisa. Trata-se de postura perante uma corte, o que nem o Lula nem seus advogados mantém.
      O juiz Moro está tratando esse caso desse idiota com um excesso de tolerância (e prudência) para evitar os escândalos que somente os partidários dessa caterva são capazes de cometer. A maioria dos juízes já teria mandado os advogados pra cadeia por desrespeito à corte. E o Moro não está com medo do Lula, não. Está jogando verde pra colher maduro, pois cada vez que o “cara” abre a boca em juízo perde mais seguidores. Até a hora que seja seguro trancafiar o cara porque ninguém mais vai lembrar dele ou ficar com vergonha de o suportar. Está quase lá.

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