Em uma coisa Joesley está certo: ao apontar o “ato de covardia” de Janot

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O empresário sádico Joesley Batista – que financiava a tirania bolivariana do PT no intuito de nos transformar em escravos no mesmo patamar em que se encontram os venezuelanos hoje – fez um comentário interessantíssimo na audiência de custódia nesta sexta.

Na audiência seu pedido para ficar livre foi negado. Ele segue na cadeia a partir do protocolo da prisão preventiva.

Em relação à suspensão de sua imunidade penal por Rodrigo Janot, Joesley disse: “Ato de covardia dele. Depois de tudo o que fizemos. Tudo o que entregamos de prova”.

Apenas em relação à afirmação de que foi um “ato de covardia” de Janot, Joesley está certo.

A assinatura do acordo de total impunidade entre Janot e Joesley era uma construção de ambos e não apenas do último.

Assim, Janot e Joesley sempre estarão ligados por este acordo de impunidade. Quando o áudio entre Saud e Joesley foi revelado há cerca de duas semanas, o PGR avisou que rescindiria o acordo de total impunidade.

Mas aí já era tarde demais: Janot já havia feito esse acordo de total impunidade há cerca de 5 meses, permitindo que os irmãos Joesley e Wesley pudessem vender empresas impunemente.

O envio dos irmãos Joesley e Wesley para a prisão não faz o dinheiro das empresas vendidas retornar aos cofres públicos. Assim sendo, Janot causou intencionalmente um dano ao Brasil, uma vez que ele foi criticado pelo acordo de total impunidade desde o início.

Quando o áudio entre Saud e Joesley foi revelado, o povo brasileiro apenas teve a certeza do que sempre afirmava: de que havia sujeira neste acordo de total impunidade.

Ao enviar Joesley para a prisão e rescindir o acordo, Janot jogou aos leões aquele a quem se aliou. Isso é tanto covardia como trairagem.

Melhor seria se Janot pedisse sua prisão ao lado da prisão de Joesley.

Agora cabe a Joesley entregar tudo que sabe a respeito de Janot. Sem esperar um acordo de total impunidade de volta, é claro.

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