Depois de Dilma falar em dialogar com o Estado Islâmico, agora é Temer falando em “diálogo” com Kim Jong-un

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No final de 2015, a então presidente do Brasil Dilma Rousseff decidiu fazer declarações que deixaram os terroristas do Estado Islâmico com um sorriso de orelha a orelha.

“Eu lamento profundamente isso. O Brasil sempre vai acreditar que a melhor forma é o diálogo, o acordo e a intermediação da ONU”, declarou Dilma.

“Vocês acreditam que bombardear o ISIS [sigla em inglês para Estado Islâmico] resolve o problema? Porque, se resolvesse, eu acho que estaria resolvido no Iraque. E o que se tem visto no Iraque é a paralisia”, afirmou.

Pois não é que agora Michel Temer resolveu seguir pelo mesmo padrão?

Ocorre que na ONU, Donald Trump mandou a letra e disse que o governo do ditador Kim Jong-un é depravado. Lembrou também que se for ameaçado não terá outra escolha a não ser “destruir completamente a Coreia do Norte”.

E enquanto Temer consegue a proeza de alcançar apenas 3,4% de aprovação – segundo pesquisa da CNT/MDA -, ele resolveu reagir desta forma à afirmação de Trump: “Sabe que a posição do Brasil é sempre uma posição de conversa, de diplomacia, de solução diplomática.”

Ou seja, a posição de Temer é a posição da capitulação. E da vontade de ver sua aprovação abaixar ainda mais.

Patético, patético…

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