A bolivariana Dilma que fala que Trump fez discurso de ódio se cala diante do horror promovido por Kim Jong-un

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A tradicional “ética” da escória bolivariana fez mais uma vez se fez evidente em uma nota bizarra emitida pela ex-presidente Dilma, que sempre se aliou ao que há de pior no mundo em termos de tirania.

Depois do discurso de Trump na ONU – onde ele falou que destruiria a Coreia do Norte se ela atacasse os EUA -, ela reapareceu para dar um piti.

Em nota, Dilma disse que “com discurso de ódio na ONU, Trump ameaça a humanidade”. Ou seja, Kim Jong-un pode praticar genocídios e disparar mísseis, mas uma “ameaça à humanidade” acontece quando alguém diz que vai reagir. Bem típico do duplo padrão da extrema esquerda.

“Ao afirmar que pode destruir um país, Trump evidencia sua posição belicista, baseada na ameaça de um holocausto nuclear”, disse Dilma, ignorando que as ameaças de destruição de outros países surgiram inicialmente do ditador norte-coreano.

Provavelmente, esse monstro que atende por Dilma deve achar que os massacres contra sua própria população e os ataques com mísseis, perpetrados por Kim Jong-un, são manifestações de “amor”.

Ela é uma vergonha para a nação.

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5 COMMENTS

  1. Ah!
    SObre o discurso de Trump na ONU e as sensibilidades escandalizadas que ostentam, em efusivo triunfo envaidecedor, caretas de horror e gritos de indignação como argumento contra Trump faz bem lembrar a estes “heróicos salvadores” dos pobres e oprimidos que adoram Che Guevara, o discurso humanista deste bondoso ídolo das esquerdas na própria ONU:

    “estamos matando e vamos continuar matando” (Che Guevara na ONU)

    Ninguém se escandalizou e se houve críticas foram feitas com argumentos e não com a ostentação de caretas de horror e gritos de indignação em meio a um frenesi de ostentação emocional.

    Sendo o ser humano ainda completamente emocional, o ambiente frenetico onde a ostentação emocional predomina, os raciocínios perdem total valor ante a contaminação emocional provocada pelo ambiente que impressiona os sentidos mais do que faz raciocinar.
    Um exemplo fácil são as ocasiões onde o pânico contamina irremediavelmente, quando a razão salvaria muito mais. O barulho, o toque, a agitação contaminam, já a razão exige tranquilidade para a reflexão.

    Não por acaso o BOMBARDEAMENTO de inúmeros apelos morais a fim de impedir a reflexão. Não dando tempo para debates racionais em meio a um turbilhão de pretenso moralismo consagrador.

    NADA É POR ACASO!

    Este é o “argumento” que liberais e libertários NUNCA SOUBERAM USAR: o FRENESI EMOCIONAL CONTAGIANTE.

    Caretas e gritarias para ostentar horror e indignação consagradora é algo que vale mais do que qualquer reflexão racional. A agitação, o barulho e o ambiente emocional CONTAGIAM, mas nada explicam ou demonstram. Não convencem pela razão, mas aliciam pela sedução emocional.

    Uma conversa com torcedores que vão ao estádio esclarece que vão lá menos para ver o jogo do que para irmanar-se ao rebanho para saborear emoções.
    O carnaval é outro evento que bem demonstra o contágio emocional, capaz de levar a atitudes que fora dele não se dariam.

    A MASSA É VICIADA EM EMOÇÕES. Deixar-se contagiar em pleno abandono da razão é como sorver uma DROGA ansiada.

    Pode-se verificar isso facilmente.

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