Professor da UFMA pede agressão contra religiosos às vésperas de evento conservador e mídia esconde o caso

1
492

A informação vem da Rádio Conservadora:

Um professor militante socialista da Universidade Federal do Maranhão, Saulo Pinto Silva, utilizou, nesta quarta-feira, 20 de setembro, seu perfil no Facebook para, de forma pública e aberta, promover e incentivar a violência física contra religiosos. Mas esse tipo de publicação não é algo incomum. Aliás, tem história e objetivo certo.

Veja o print:

Leia mais:

No ano de 2016, durante a organização do evento I Encontro da Juventude Conservadora na UFMA, o mesmo professor-propagandista moveu céus e terras contra a realização do evento, mas sem êxito algum. O I Encontro da Juventude Conservadora foi um sucesso. Então o professor moveu seu punhado de militantes socialistas e de idiotas úteis (como diria Lênin) da UFMA para promover, em contraponto ao evento dos conservadores, o encontro da “Juventude Porra-Louca”. O irresponsável evento estudantil foi regado a muita bebida alcoólica e drogas (certamente, em decorrência disto a morte do jovem), dentro do espaço acadêmico, onde deveria-se primar pelo conhecimento, pela busca da excelência do ensino formador. Porém, aquele que deveria incentivar a busca pela excelência no conhecimento, tratou apenas de instigar seus seguidores e militantes.

Ou seja, liberou geral.

E de novo isso bate com o que este blog vem alertando: a eleição de 2018 tende a ser decidida na base da violência, com a extrema esquerda indo para agressões e talvez até assassinatos. Cabe à direita denunciar a violência.

Como detalhe macabro, a mainstrem media se recusará a noticiar todas as instâncias de agressão – e apologia à agressão – da extrema esquerda. O objetivo é incentivá-los a agredirem ainda mais.

Extrema esquerda e mídia estão juntas nesse surto de violência contra a direita.

Anúncios

1 COMMENT

  1. Fico imaginando se a o pedido de agressão fosse contra homossexuais.

    Daria matéria de bloco inteiro no jornaleco nacional da globosta. Com direito à repetições nos dias seguintes. E no domingo, o escracho do “fantástico”, com uma musiquinha de suspense ao fundo.

Deixe uma resposta