A socialista Preta Gil não vai a evento LGBT promovido pela Prefeitura do Rio por achar que a grana era pouca…

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Não que isso cause alguma surpresa, não é mesmo? A análise do comportamento socialista, em termos de busca de coerência ao discurso, cai sempre na máxima do Barão de Itararé: “de onde menos se espera, daí mesmo é que não sai nada”.

Lemos o seguinte, no Extra:

Não convidem para o mesmo fervo a Coordenadoria Especial da Diversidade Sexual da Prefeitura do Rio e Preta Gil. O órgão convidou a cantora para ser madrinha do “Mês da Diversidade”, com ações em prol das causas LGBT e contra a intolerância religiosa, mas não chegou a um acordo.

O problema é que não havia verba para contratá-la e Preta não topou associar seu nome de graça ao evento que dura todo o mês de outubro. A cantora só deveria apoiar a campanha, que começa nesta terça-feira, no Rio.

Segundo fontes do EXTRA, Preta teria recebido o convite em agosto, mas após saber que não haveria pagamento para ela ser a madrinha do evento, nenhuma resposta foi dada pelo escritório da filha de Gilberto Gil. A assessoria da Coordenadoria confirma as negociações com Preta Gil através de seu empresário. Em seu lugar entrou a funkeira Cariúcha.

Preta Gil, desde que começou a carreira de cantora, foi abraçada pelo público gay. Em setembro, os organizadores da Parada da Diversidade, programada para o dia 10 de setembro na Vila da Penha, na Zona Norte do Rio, também ficaram na bronca com a filha de Gilberto Gil.

Eles sonhavam em tê-la como rainha do evento, mas o cachê cobrado de R$ 50 mil fez com que eles parassem de sonhar. O convite foi feito de maneira informal, ainda no ano passado, quando Preta organizou um bazar. Mais recentemente, ao entrarem em contato com o escritório da cantora, veio a surpresa.

“Explicamos que ela só precisaria vir, ficar pouco tempo, dizer algumas palavras. Daríamos toda a estrutura para que Preta fosse coroada. Não seria um show. Quem participa da parada não recebe nada. Vem pela causa mesmo que está sendo defendida”, dizem os organizadores do evento: “Quando estivemos pessoalmente com Preta, ela tinha adorado a ideia”.

Na época, os empresários de Preta explicaram que ela estava fechando um evento na mesma data e com pagamento de cachê. “Não dá para dispensar um com cachê por causa de outro sem receber nada”, explicaram.

Mas que coisa, não é mesmo?

Quer dizer que ela não dá nem desconto para o público LGBT que diz respeitar tanto?

Por que isso não surpreende? Aí voltamos ao Barão de Itararé…

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3 COMMENTS

  1. Da série: “Socialismo no c* dos outros é refresco”. Ou: “Socialismo para vocês, capitalismo para mim”. O lado bom é que a miséria moral dessa gente fica cada dia mais exposta.

  2. ué e o apoio à causa?? KKKKKK socialista de butique (caviar ou de iphone) é dose…
    Falando em “dose” quando o Lularápio, Temer, Dilm-Anta serão presos???

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