Elite de artistas pratica crime de calúnia contra críticos da Rouanet e da erotização infantil; podem se dar mal

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Uma tática da elite de artistas da extrema esquerda contra o MBL, o restante da direita e dos políticos – que criticaram a Lei Rouanet e a erotização infantil sob o pretexto de “arte” – é lançar mão do ativismo jurídico fingindo serem vítimas de “difamação”.

É um subterfúgio para intimidar os críticos das exposições e praticarem impunemente o crime de calúnia.

Lemos o seguinte no Globo:

A reunião realizada no apartamento da produtora Paula Lavigne, na noite desta quinta-feira, com representantes das artes visuais e outros setores da cultura, com cerca de 100 pessoas, definiu que artistas que se sentiram difamados em vídeos de políticos e grupos na internet vão entrar na Justiça. Eles se referem a vídeos que autoridades como os prefeitos do Rio, Marcelo Crivella, e de São Paulo, João Doria, divulgaram associando suas produções a à pedolfilia e zoofilia. Um dos que irão à Justiça é Adriana Varejão, autora da tela “Cenas de interior II”, presenta na exposição “Queermuseu”, cancelada em Porto Alegre e também proibida no Rio.

Vejamos como a coisa funcionaria.

Imagine alguém dizendo que havia uma obra com pedofilia e outra com zoofilia na “Queermuseu”.

Alguém pode se fingir de “ofendido” ao ouvir isso, mas é um fato. Claro que alguém pode criar a narrativa de dizer que “as obras mostraram zoofilia e pedofilia de forma crítica”.

Isso é interpretação de “arte” e não muda o fato de que havia zoofilia e pedofilia nas obras.

Vejamos o caso do filme “Cannibal Holocaust”, de 1979, no qual animais foram mortos de verdade, o que fez o diretor Ruggero Deodato ser processado. Não faz sentido para alguém dizer que é “difamação” lembrar que animais foram mortos de verdade, pois isso era um fato. Um defensor do ato de matar animais (para fazer um filme) poderia dizer que “a morte dos animais foi feita de forma artística”.

Assim sendo, quando alguém diz que há “difamação” no apontamento de um fato, essa pessoa está praticando uma falsa comunicação de crime.

Com isso, cada processo lançado por um desses artistas pode resultar em um processo de volta, e até um registro de boletim de ocorrência.

Falsa comunicação de crime é grave. É fingir que alguém cometeu um crime que não existe ou que não aconteceu para tentar causar danos a essa pessoa.

Veja o que diz Paula Lavigne:

O principal neste momento é mostrar à população que Crivella e Doria mentem ao associar o conteúdo da “Queermuseu” e da performance (“La Bête”) no MAM-SP à pedofilia e zoofilia, eles estão difamando profissionais sérios e enganando a população. Uma funcionária minha veio me perguntar se eu ia “defender pedofilia”. Este tipo de confusão vem da disseminação indiscriminada destes vídeos, que estão sendo usados por políticos para criar uma cortina de fumaça sobre os reais problemas do país. Por isso também vamos entrar com ações na justiça contra políticos e grupos (o Movimento Brasil Livre é um deles) que usam a difamação como forma de enganar a população. É um movimento para dizer que exigimos respeito.

Se a funcionária dela perguntou se ela ia “defender pedofilia”, bastaria ela responder à pergunta. Mas as obras continham, sim, pedofilia e zoofilia. E ela poderia dizer: “eu não gosto”.

Por exemplo, uma vez me perguntaram porque eu gostava do filme “Silêncio dos Inocentes”. Se alguém diz que o filme é violento e até o interpreta como incentivador da violência, eu diria: “Eu não acho que o filme incentiva a violência”.

Mas se eu lançar um processo contra alguém que disse que “Silêncio dos Inocentes” é incentivador de violência, estaria praticando calúnia ao fingir que uma crítica comportamental ou artística é um crime.

Seja lá como for, isso que os artistas estão querendo fazer – ao menos no que lemos na matéria de O Globo – se encaixa como crime de calúnia, seja na vertente da denunciação caluniosa, seja na vertente da falsa comunicação de crime.

Resultado: qualquer um que tomar processo desses artistas pode processá-los de volta.

Em tempo: a regra não se aplica se alguém chamou qualquer um dos artistas de “pedófilo”, o que, aí sim, configuraria difamação. Mas dizer que alguém apoia “obras com pedofilia”, “obras com zoofilia” e “indução a crianças tocarem corpo de homem nu” não configura crime de forma alguma, mas apenas crítica artística e crítica comportamental.

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5 COMMENTS

  1. A primeira coisa a ser questionada, como disse o Flavio Morgersten, é se um sujeito deitado pelado no chão para ser apalpado por uma criança é arte. Ví uma vez uma cama toda desarrumada que chamavam de arte. Perguntei para um artista conhecido ao lado se aquilo era arte. Só ficou olhando sem responder. Obviamente não queria falar mal do colega. Pendurar um pedaço de papel higiênico na parede também é arte? Para começar, o pessoal do Ministério da Cultura – e seus avaliadores, que liberou dinheiro para essas obscenidades tem de ser identificados e questionados porque é dinheiro jogado fora. Voltando ao post da dona Regina, seria muito interessante questionar a aqueles empregados da Globo e esses “artistas descolados” se eles ensinam/ensinavam seus filhos a apalpar a genitália de pessoas adultas. Se, na escola, seus filhos eram orientados a apalpar a genitália dos outros. Ou se isso seria bom só para os filhos dos outros. Isso é muito importante porque, vejam que coincidência, quem introduziu aquele “kit Gay” nas escolas foi o comuno-petista Fernando Haddad quando foi ministro da educação. Dentre outras obscenidades, ensinava que a criança/adolsecente poderia testar os dois lados, então, sua chance de arrumar um parceiro subiria para 100%. Ao meu ver, essa ‘arte de pornografia infantil” não passa da continuação do adoutrinamento sexual de crianças introduzida na época do Haddad. Parece que essa representação teatral foi liberada especialmente para crianças.

  2. Os bonzinhos e democraticos estão querendo CENSURA e CASTIGO para a LIVRE EXPRESSÃO do PENSAMENTO.

    – Se empresários entrarem na justiça contra os artistas que claramente os ACUSAM de ganânciosos e exploradores, estes artistas MILIONÁRIOS aceitarão os processos como democráticos???

    – No governo dos militares estes pústulas acusavam de DITA DURA se fossem chamados a depor por ofenderem governantes. Agora esses mesmos pulhas fazem ainda pior, pois querem CRIMINALIZAR a CRITICA e não só a ofensa.
    Chamar um patrão de explorador É UMA ACUSAÇÃO FALSA.
    Chamar um empresário de ganâncioso é uma OFENSA, sobretudo quando se pede que se o EXPROPRIE e lhe OBRIGUE a fazer algo que não deseja.

    Enfim, esses artistas são PULHAS!!! …MILIONÁRIOS que vivem LITERALMEMENTE de EXPLORAR populações através dos BENEFÍCIOS FISCAIS e VERBAS que o Estado lhes concede em troca de que estes CORRUPTOS MILIONÁRIOS façam propaganda do Socialismo e de falso igualitarismo que nada é senão REIVINDICAÇÃO de PODER ABSOLUTO para a HIERARQUIA ESTATAL. ..CUISP!!!

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