Curador da Queermuseu usa narrativa de “criminalização da arte” para esconder erotização de crianças, que é crime

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O curador da exposição “Queermuseu”, Gaudêncio Fidelis, deu entrevista ao El País na qual criou uma narrativa onde finge existir “criminalização da arte”. Ele diz:

 

Essa exposição nunca foi polêmica. Essa narrativa criada em torno de apenas quatro obras entre 263 que fazem parte da mostra é muito específica e com objetivos obscuros bem direcionados.

Basicamente, ele tenta o truque de inventar uma falsa motivação para o oponente.

Mas como vimos na reação de Dona Regina – que representa a maioria do povo brasileiro – não há objetivo obscuro algum de alguém ao se revoltar com a exposição de pornografia às crianças.

Fidelis é um mentiroso de marca maior.

Ele segue:

Eles conseguiram tanta adesão porque as pessoas não estão vendo a exposição. Estão vendo imagens e vídeos editados. O vídeo de Crivella subestima a inteligência do cidadão, ele afirma uma coisa sobre algo que não viu. Ele usa a crença do cidadão na autoridade que ele tem para mentir. Ele tem que explicar o que ele quer dizer. As medidas judiciais cabíveis serão tomadas depois.

Isso não passa de blefe, pois qualquer processo lançado contra Crivella neste caso configuraria falsa comunicação de crime, podendo gerar, aí sim, um processo bem sério contra o caluniador.

Quando alguém rejeita o conteúdo pornográfico da exposição “Queermuseu” – que tinha imagens de zoofilia e erotização de crianças – o faz apontando os fatos.

Até hoje o curador não conseguiu comprovar a inexistência dos componentes apontados nas imagens de obras expostas na “Queermuseu”.

É puro esperneio.

Segue:

veja bem a rapidez com a que isto vem acontecendo. Em seis meses, se não reagirmos, nós teremos um estado de exceção em que a criminalização da arte terá sido consolidada, até o ponto de eles não só decidirem o que pode ser visto se não o que pode ou não ser produzido. E um momento bem grave.

O Sr. Gaudêncio é outro que não aguentaria uma avaliação de linguagem corporal, pois sabe que está mentindo a cada palavra proferida.

Ele não tem como defender atos de indução de crianças a tocarem corpos nus em exposições e nem exposição de crianças à pornografia. Está no ECA. Como não tem argumentos, finge que estão ‘criminalizando a arte”.

O fato é que a tal “Queermuseu” nem fede nem cheira. Não serve nem para causar impacto.

Em temos de impacto, a Queermuseu é nada perto de filmes como “Saló – 120 Dias de Sodoma”, “Cannibal Holocausto”, “O Anticristo”, “Os Demônios”, “Salon Kitty”, “Baise Moi”, “Irreversível” e “Calígula”, dentre outros.

Assisti a todos os filmes. Mas são filmes para adultos e não dependem de verba estatal.

Ele pode fazer a arte que quiser. Mas enquanto estiver dependendo de verba estatal e estiver usando crianças, vai ter que tolerar críticas. O que ele está tentando é censurar a crítica ao conteúdo de suas exposições e até proibir críticas à exposição de crianças a pornografia.

No dia em que não usar mais verba estatal e não expor crianças à pornografia, ele pode fazer até uma exposição de cinema com os filmes que eu citei que ninguém irá reclamar.

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3 COMMENTS

  1. Não li. Cansei de me envolver com isso e não quero mais saber das desculpas ou argumentos desses crápulas para tentar fazer crer que envolver crianças com pornografia é positivo. Continuo defendendo que para isso, só cadeia, já que no Brasil, não há pena melhor para isso, como chibatadas em público ou o melhor: MORTE!

    Essa minoria de merda tem que parar com isso, antes que a gente faça o pior.

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