O terrorista que matou quatro pessoas na Itália agora apela à chantagem emocional: “vão me entregar à morte”

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O terrorista italiano Cesare Battisti – condenado à perpétua na Itália por matar quatro pessoas, e que segue livre no Brasil por culpa do PT – disse que sua cada vez mais provável extradição significaria lhe “entregar à morte”. As informações são da Istoé.

“Não sabemos em que se baseia o gabinete jurídico da Presidência para que eu possa ser extraditado. Não sei se o Brasil vai querer se manchar sabendo que o governo e a mídia criaram este monstro na Itália. Vão me entregar à morte”, disse.

Segundo Battisti, “estava tudo preparado” para prendê-lo. “Uma festa na delegacia. Estavam bem contentes, dançavam. Estavam convencidos de que de lá eu iria para a Itália, que não me soltariam”, acrescentou.

“O que mais me preocupa é a ideia de que não vou mais ver meu filho se acontecer isso [a extradição]. Ele vai fazer quatro anos no dia 13 de novembro. Outra coisa horrível é que não se pode dar a possibilidade a uma pessoa de se reproduzir e se criar em um país legalmente e de repente tirar tudo. Que é isso? É uma coisa horrível. É monstruoso. Não sou clandestino, não estou cometendo atos ilícitos”, disse.

Bem, não sabemos se ele será assassinado ao chegar na Itália. Isso é muito improvável. Mas o fato é que ele não pensou muito nessas consequências ao decidir matar quatro pessoas na Itália, motivo pelo qual ele está condenado à prisão perpétua.

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