Demitido da Folha, o jornalista Diego Bargas quebrou uma das narrativas principais da extrema esquerda

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O texto de Diego Bargas – que gerou sua demissão – é “Comédia juvenil rid e bullying e pedofilia”. É um texto de militância política travestido de crítica cinematográfica.

A crítica começa assim: “O filme “Como se Tornar o Pior Aluno da Escola”, que estreou nos cinemas do país nesta quinta-feira (12), espicha a discussão incessante sobre os limites do humor.”.

Ponto central:

Durante exibição para jornalistas, gerou comentários a cena em que com os garotos e um personagem interpretado pelo comediante e apresentador Fábio Porchat. Ainda no início do filme, o homem propõe ajudá-los a encontrar o tal pior aluno desde que o masturbem.

Procurado, Porchat disse à Folha que “a cena é escrota mesmo, e foi escrita para ser. Acho até que tem outras piores.”

Com classificação etária de 14 anos, um dos atores na cena, Bruno Monhoz, sequer poderá ver o filme –ele tem 13. Seu parceiro de cena, Daniel Pimentel, está com 18.

Questionado sobre as piadas com pedofilia, Gentili preferiu não responder.

Quer dizer que havia “pedofillia” no filme de Gentili?

Bem, o tal de Diego Bargas não conseguiu demonstrar.

Mas ao fazer isso ele quebrou a narrativa do 342 Artes, pois mostrou que alusões sobre pedofilia podem ser objeto de crítica. Mas é justamente isso que a elite artística queria proibir: a menção è erotização infantil, pois “é tudo arte”.

O fato é que não há pedofilia alguma no filme de Gentili, mas no caso da exposição no MAM uma criança de fato foi forçada a tocar em um homem nu.

Como é que uma mídia que dizia até ontem que ninguém podia falar nada do fato de uma criança tocando em homem nu – pois “é tudo arte”, diziam – agora quer reclamar de uma inexistente pedofilia no filme de Gentili?

Ou seja, Diego Bargas quebrou a narrativa. Talvez esse tenha sido o motivo de sua demissão.

Agora qualquer um pode dizer: “enquanto o 342 Artes diz que ninguém pode apontar pedofilia no MAM, pois seria ‘arte’, tem jornalista da Folha que acusava o filme de Danilo Gentili de ter pedofilia”.

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2 COMMENTS

  1. Esse episodio da folha é só cortina de fumaça para abafar os mais de 3 milhoes que os pagadores de impostos foram forçados a entregar para financiar seu filme, via leis de incentivo. A esquerda comemora a desmoralização de mais um direitista.

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