Elite sindical está apavorada com redução de seus luxos após fim do imposto sindical

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A Folha de São Paulo publica uma matéria mostrando o clima de velório da elite sindicalista diante do fim do imposto sindical, o que significará a redução de R$ 3 bilhões anuais de faturamento. Dá para comprar muito rolex com isso, não é Vagner Freitas?

A matéria diz que “o temor de sindicalistas é que parte expressiva dos trabalhadores deixe de contribuir”.

“A CUT (Central Única dos Trabalhadores), maior central do país, projeta um orçamento 30% menor em 2018. A Força Sindical diz que ‘vai acabar’ sem o imposto, enquanto a União Geral dos Trabalhadores (UGT) vai se mudar para uma sede mais barata em São Paulo”.

Só para se ter uma ideia, o Sindicato dos Comerciários de São Paulo recebeu R$ 31,5 milhões em 2016. Em 2017, teve orçamento total de R$ 95 milhões. Agora a previsão é de redução de R$ 20 milhões no orçamento.

A UGT (União Geral dos Trabalhadores) deve ver seu orçamento reduzir em R$ 1 milhão. Em 2017, havia recebido R$ 50 milhões.

O secretário-geral da Força Sindical, Juruna, disse: “Nosso orçamento vai cair de R$ 48 milhões para zero”.

Enquanto isso, o Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo, que recebeu R$ 50 milhões em 2017, tem queda esperada de 40% no orçamento.

Fica claro que eles não dão a mínima para representar o povo trabalhador. Caso contrário, não estariam nem um pouco preocupados com o fim do imposto sindical. Existindo uma representação real (em vez de política partidária), os trabalhadores pagariam.

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