A tragédia de Goiânia é o sonho da extrema esquerda desarmamentista brasileira: deixar armas só nas mãos dos predadores

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O site de extrema esquerda Diário do Centro do Mundo, como sempre, demonstra seu ódio pelo povo ao escrever um texto picareta intitulado: “A tragédia de Goiânia é o sonho da direita armamentista brasileira: importar matanças como as dos EUA”.

Basicamente, a escória moral socialista está usando a tragédia do Colégio Goyases, em Goiânia, para incentivar ainda mais massacres.

Ocorre que lá pelas 11h50, um sujeito de 13 anos abriu fogo na sala de aula contra seus colegas. Matou dois deixou outros cinco feridos.

A trama narrativa do site petista se quebra ao vermos que tudo aquilo que a extrema esquerda incentiva esse tipo de crime.

Para início de conversa, o sujeito é “de menor” e portanto foi apenas apreendido, o que significa que ele estará livre para matar de novo muito em breve. Quem defende esse tipo de impunidade a menores é a extrema esquerda e não o resto da população decente.

Ademais, o sujeito é filho de um PM e roubou a arma do pai. Quer dizer: nenhuma lei de desarmamento evitaria este crime.

Eis que novamente vemos a escória moral do mundo se lambuzar no sangue de vítimas inocentes para lutar pelo seu incessante desejo de levar tragédias aos outros.

Com a revogação do estatuto do desarmamento, pessoas adultas e que não tenham antecedentes criminais podem usar armas legais. Isto é o contrário da situação de um sujeito de 13 anos que roubou a arma do pai, que tinha o direito de portá-la por ser um PM.

Em resumo, tirar o direito ao povo honesto e adulto de se armar não evitaria a tragédia de Goyases. Ao contrário, dar o direito ao povo honesto de se armar e ainda reduzir a maioridade penal seriam, em conjunto, formas de conter crimes como esse.

Mas a extrema esquerda sabe o que quer. Ela quer cenários como na Venezuela, onde um ditador desarmou seu povo para depois matá-los às dezenas.

Além disso, a extrema esquerda se diverte quando o direito de usar armas fica unicamente nas mãos dos predadores, como acontece hoje, no Brasil, um país de 60.000 homicídios por ano e no qual ocorreu a tragédia de Goyases.

A sede de sangue da extrema esquerda é insaciável.

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