John Kerry agora quer proibir tuítes de Trump; como sempre, a esquerda pede censura

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Uma matéria do BOL mostra que o ex-secretário de Estado americano John Kerry está criando a narrativa de que Donald Trump cria uma atmosfera destrutiva de “caos político” com o uso que faz do Twitter, “tanto para anunciar grandes decisões, como para fazer comentários incendiários”.

Leia:

Em entrevista à radiotelevisão suíça RTS, em Genebra, Kerry criticou os frequentes, e por diversas vezes polêmicos, tuítes de Trump.

“Cada vez mais americanos veem que o fenômeno do tuíte é cansativo, destrutivo e interruptivo de um diálogo genuíno”, afirmou.

“Acho que cria um caos político e isso não é bom”, acrescentou.

Trump tem utilizado o Twitter como plataforma para anunciar grandes mudanças na política nacional e internacional, criticar seus aliados, zombar de seus adversários dos Estados Unidos e ameaçar a Coreia do Norte.

“Esse tipo de Presidência caótica não tem precedentes. Não consigo pensar em nenhum outro momento em que se tenha visto algo assim na Era Moderna”, afirmou Kelly, que foi chefe da diplomacia americana por quatro anos, durante a administração de Barack Obama.

No início do mês, Trump usou o Twitter para acusar o seu secretário de Estado, Rex Tillerson, ex-diretor da petroleira americana ExxonMobil, de perder tempo tentando negociar com a Coreia do Norte.

Esses tuítes são “muito, muito contraproducentes”, declarou Kerry.

“Acredito que seja muito difícil ser secretário de Estado quando o presidente te socava tão publicamente como está fazendo”, assinalou.

Isso é claramente uma atitude censória.

Ora, se Kerry não gosta dos tuítes de Trump, que ele faça tuítes de volta refutando aquilo do que discorda.

Como sempre, a esquerda tenta encontrar brechas para censurar opositores quando encontra alguém que confronta suas narrativas, geralmente falaciosas.

Podemos traduzir a demanda de Kerry desta forma: “Eu não gosto de ver Trump refutando nossas mentiras e quero que ele seja interrompido”.

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