Prisão de ex-BBB por manter relação com adolescente de 13 anos cria novo “bug” para a extrema esquerda

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A nova polêmica nesta guerra de narrativas envolve a seguinte questão: “a relação sexual entre Caetano e Paula Lavigne estaria configurada como estupro e/ou pedofilia”?

Enquanto a polêmica segue corrente, o ILISP lembra que “na edição 2016 do Big Brother Brasil, um participante de nome Laércio de Moura confessou que gostava de se relacionar com menores de idade”.

O fuzuê resultante desta confissão deu início a uma investigação que iria culminar em sua condenação de 12 anos por estupro de vulnerável. Foi descoberto que, em 2012, quando tinha 49 anos de idade, o futuro BBB iniciou um relacionamento com uma adolescente de apenas 13. Ela confesosu tudo à autoridades aos 17 anos, após três anos de relacionamento.

O detalhe é que a Folha fez a narrativa de que, nos anos 1980, diferentemente do caso do ex-BBB, não havia previsão legal para que Caetano fosse igualmente condenado. Janaína Paschoal rebateu, no Twitter: “Mesmo antes da reforma de 2009, presumia-se a violência nas relações sexuais com menores de 14 anos! Mesmo antes de 2009, já era estupro!”.

Claro que o suposto crime já teria sido prescrito. Porém, a discussão tem a ver com a punibilidade. Ou seja, dizer que algo não era punido antes não significa que algo não tenha ocorrido.

Por exemplo, hoje em dia privar alguém de sua liberdade e forçá-lo a trabalhar configura trabalho escravo. Mas em 1750 isso não ocorria. Não significa que em 1750 não existia o trabalho escravo. Apenas não havia punição para quem aprisionasse pessoas para forçá-las a trabalhar.

Ao que parece, o cenário fica complicado e o aparecimento do caso de Laércio é outro elemento a ser adicionado nas ações judiciais.

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