Defensores da impunidade de menores não tem o que dizer para a menina que ficou paraplégica

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Conforme a Jovem Pan, o Hospital de Urgência de Goiânia divulgou nesta quarta (25) que uma das vítimas do atentado praticado no colégio Goyases ficou paraplégica. Ela sofreu lesão na medula e perdeu os movimentos da parte inferior do corpo.

“A adolescente apresenta uma lesão na medula espinhal, no nível da 10ª vértebra da coluna torácica, que comprometeu os movimentos dos membros inferiores de forma definitiva. A paraplegia já havia sido diagnosticada no dia de sua admissão, mas não informada até então a pedido de familiares. Ainda não há previsão de alta da UTI”, disse o hospital em nota.

Isadora de Morais foi atingida por três tiros (no tórax, pescoço e uma das mãos) quando um menor estudante atirou contra colegas em sala de aula no último dia 20. Além dela, outros cinco alunos foram alvejados pela pistola que o atirador pegou da mãe: dois morreram e outros três ficaram feridos.

Agora temos a situação em que um sujeito que assassinou duas pessoas e deixou outra paraplégica para o resto da vida ficará um período máximo de 3 anos em regime de internação. Tudo por causa do ECA, que garante o direito de impunidade a menores, mesmo aqueles que tenham praticado crimes hediondos.

O mínimo que se poderia esperar de um país civilizado é a prisão perpétua para quem matou pessoas covardemente e deixou uma outra paraplégica. Mas a lei bizarra existente no Brasil permite que o assassino possa estar livre muito em breve, em plenas condições físicas, enquanto uma de suas vítimas ficará presa até o fim dos seus dias em uma cadeira de rodas.

Isso é Justiça? Claro que não. Mas é preciso deixar claro que a extrema esquerda defende em peso a total impunidade de menores, mesmo aqueles que tenham praticado os mais bárbaros crimes da humanidade.

Qual a razão pela qual Isadora tem que suportar a afronta de ver o sujeito que destruiu sua mobilidade permanecer sem nenhuma punição decente? Só o sadismo explica.

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